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Viersiculos

26/07/15

LIÇÃO 05 – SOLIDARIEDADE: Prazer ou Obrigação?
































LIÇÃO 05 – SOLIDARIEDADE: Prazer ou Obrigação?

Texto Bíblico: Obadias 1-21

INTRODUÇÃO

Conta-se a história de um menino muito amoroso. Certa vez, quando ele viu seu vizinho, um senhor idoso, chorando por causa do recente falecimento de sua esposa, sentou-se no seu colo, encostou a cabeça em seu peito e simplesmente ficou ali, quieto. Mais tarde, a mãe lhe perguntou o que ele tinha dito ao vizinho entristecido. - Nada, respondeu a criança, eu apenas o ajudei a chorar. Ajudar a chorar foi um gesto de solidariedade daquele menino quando seu amigo passava por momento de tristeza e perda. Ajudar a chorar talvez seja o que esteja faltando em nossos dias. Ajudar a chorar é algo que precisa ser aprendido por cada um de nós. Choramos por nós mesmos, mas ainda não temos aprendido a ajudar o outro a chorar.

A lição de hoje quer nos ensinar a chorar. Fala da importância da solidariedade numa situação em que houve ausência dela. Solidariedade: Prazer ou obrigação? A solidariedade precisa fazer parte de nossas atitudes no relacionamento. Vamos ser mais solidários? Vamos à lição.

Obadias é o livro mais curto do Antigo Testamento. Há quem diga que a expressão “os melhores perfumes vem nos menores frascos” é bem aplicada a Obadias. São apenas 21 versículos. Ele tem a visão que no hebraico é a palavra reveladora, é a comunicação divina (hazôn). O nome do profeta significa servo do Senhor. Não se tem informações sobre esse servo de Deus. Edomitas ou idumeus são descendentes de Esaú. Edom, significa sempre vermelho. Há uma divergência quanto à origem do significado vermelho. Se seria relacionado ao cozido vermelho de Jacó para Isaque ou as rochas vermelhas do monte Seir, habitação de Edom.

O livro apresenta uma censura veemente e séria, ainda que resumida, contra Edom, importante cidade devido a sua via de tráfego para os viajantes e comércio. A mensagem do profeta é sobre solidariedade, o que faltou a Edom em relação a Judá. Obadias é o profeta da mensagem de solidariedade prazerosa no contexto da história comandada por Deus. A falta de solidariedade de Edom para com Judá é um fundo histórico para o profeta reformar o ensino sobre a importância de ser solidário. Deus cobra a falta de solidariedade de Edom para com Judá. Esse é o destaque do nosso estudo.

1. A SOLIDARIEDADE DEVE SER NOSSA MARCA EM TEMPOS DE ANGÚSTIA E LUTAS (10-12)

A violência de Edom foi dirigida a Jacó, ou seja, a todo Israel. A menção Jacó pode ser para lembrar o conflito entre Jacó e Edom em tempos idos (Gn 25.19-34). A angústia e as lutas que Israel teve por causa das nações inimigas deveriam ter sido motivos para despertar Edom à solidariedade, o que não aconteceu. A expressão “o dia” que aparece diversas vezes no livro é uma repetição das muitas oportunidades que os edumeus tiveram de estarem ao lado de Jacó, mas não, pelo contrário, maltrataram o “meio-irmão”. A omissão, a neutralidade de Edom era uma afronta. Em vez de ajudar e ser solidário, Edom apenas observava a angústia e a desgraça. Essa participação passiva fazia com que se tornasse como um dos inimigos, pois “Aquele que sabe fazer o bem e não faz comete pecado” (Tg 4.17).

A série de condenações no livro, em relação à atitude de Edom, mostra com clareza que o Senhor esperava essa solidariedade para com o seu povo. Ninguém deve olhar com prazer a desgraça alheia. As lutas do irmão requer solidariedade, mutualidade. Torcer e se alegrar com os infortúnios do companheiro é algo que desagrada o Senhor. A Ele, o Senhor, pertence a vingança, não a nós. O texto diz: “Não devias olhar com prazer o dia da desgraça do teu irmão” (v.12). Exatamente na hora mais difícil da vida é que devemos estender a mão, mostrar-nos solícitos e prontos para “chorar com os que choram” (Rm 12.15). Israel chorava e Edom ria, zombava e saqueava em momentos de aperto do irmão sofrido.

2. A SOLIDARIEDADE SERÁ A MARCA PARA COMBATER A ALTIVEZ HUMANA (1, 2, 8)

A arrogância precede a destruição. Edom se imaginava segura. Suas construções eram tidas por eles como fortes. Considerava-se como uma nação toda poderosa. Imaginava-se como um povo inexpugnável em razão de sua localização, estrategicamente do ponto de vista militar bem situada. Isso fazia exalar arrogância. “Quem é que pode me derrubar?" (v.3). A aparência levou Edom a excesso de confiança em si mesmo. Orgulhava-se por habitar nos cumes dos montes, só acessível às aves de rapina.

A questão a pensar, baseado no episódio de ufanação de Edom é esta: sobre que estrutura você tem construído a sua vida? Não importa os conceitos variados e atitudes bem planejadas. O que se pergunta é: tem havido orgulho e inchaço? Sua segurança se baseia num plano de saúde, seguro de vida, uma determinada herança ou num possível “castelo” construído e que lhe deu conforto patrimonial? São nessas coisas que você se sente seguro?

Edom se imaginava intocável. O orgulho no coração daquela nação estava na verdade trazendo engano. A altivez sempre traz engano. Sempre estabelece um parâmetro além do real. Edom era astuto, orgulhoso e escarnecedor. Nada valeria suas construções com toda ciência de segurança, porque o Senhor a faria pequena. O planalto edomita e a construção nas rochas não seria nada. A segurança geográfica de Esaú não traria tranquilidade permanente. O Senhor combate todo tipo de altivez e auto suficiência.

Quantas vezes nossas conquistas pessoais, sucesso e êxito em nossos empreendimentos pessoais nos fazem esquecer do Criador. É Ele quem nos dá força e condições. Quanto mais seguros e fortes nos encontrarmos devemos atribuir isso ao nosso Deus. Arrogância, altivez e presunção são características de um povo que não consegue ver, o Deus da história geral e de nossa história pessoal.

3. A SOLIDARIEDADE NÃO PRATICADA PRESSUPÕE COLHEITA DE DESTRUIÇÃO (15, 16, 17,18)

Edom foi julgado porque não estendeu sua mão ao seu irmão em tempo de tragédia, quando este estava muito mal, em opróbrio; quando derramava lágrimas, sentia dor e vivia no sofrimento. Com isso, Edom semeou sua ruína; semeou soberba. Mas a colheita estava perto e certa. Por ter sido cruel e soberbo, Edom deveria ser totalmente destruído. Quem planta joio, erva daninha, ódio, espinhos, indiferença, intriga, desunião e decepções, há de colher os frutos dessas péssimas sementes. Mas quem planta amor, fé, esperança, solidariedade, colherá frutos dessa semeadura boa e abençoadora.

Hoje não temos Edom, nem a Babilônia e nem a Assíria, mas os inimigos de Deus, do povo de Deus e de seu propósito estão presentes. O nosso Deus não apenas está disposto a ajudar o seu povo como também é capaz e tem poder para fazê-lo. Razão por que a vitória sempre será certa e garantida.

A solidariedade envolve decisão e ação. Não é uma atitude contemplativa. Envolve uma participação direta de nós mesmos como instrumentos para solução do problema. Quantas oportunidades surgem e deixamos passar o tempo de sermos solícitos?

PARA PENSAR E AGIR

1. Não importam as circunstâncias, problemas e intenções humanas, Deus é o Senhor da história. Ele tem sido soberano na sua história? Você reconhece e vive sob o senhorio de Deus?

2. A ufania humana sempre será um veneno de destruição e queda. A soberba do coração sempre engana o homem. O que fazemos de bem ou mal para mortificar o orgulho de nossa vida ou nutrir a soberba?

3. Sempre no final do túnel, diante de todos os horrores, haverá uma luz final que é a vitória proposta. Como você identifica as vitórias que o senhor lhe concede?

4. Como você reage diante dos fracassos alheios e tragédias com o próximo. Há um pouco de satisfação e alegria com a desgraça ou situações adversas que alguém esteja passando?

FONTE: REVISTA PALAVRA E VIDA DA CONVENÇÃO BATISTA FLUMINENSE

01/07/15

Apresentação da Revista

















Os Profetas Menores são escritos antigos. Foram produzidos há mais de dois mil e seiscentos anos. E, apesar de sua antiguidade, continuam com sua mensagem atual. O que não poderia ser diferente, pois é a Palavra de Deus. Sua mensagem não envelheceu; a Palavra não envelhece. Se traçarmos um paralelo daquele tempo com o tempo atual, perceberemos que a mensagem continua atual dentro do contexto social, político e espiritual.
O que pretendemos neste trimestre, examinando esses maravilhosos escritos canônicos como parte da revelação de Deus, é tornar a mensagem profética bem próxima de todos nós. Sem perder a compreensão histórica e cultural, respondendo os aspectos isagógicos do texto que nos dará base para a interpretação, desejamos que seja uma leitura devocional e com aplicação para o nosso tempo e nossa vida pessoal.
Fazer desses escritos e sua aplicação algo discipulador é o desafio do escritor, ao considerar minuciosamente os escritos. Neste trimestre, os Profetas Menores se propõem a serem nossos discipuladores, nossos amigos diários, nossos contemporâneos e integrantes de nossa vida diária. A dinâmica sugerida é esta: faça de conta que Oséias, Joel, Amós, Obadias, Jonas, Miquéias, Naum, Habacuque, Sofonias, Ageu, Zacarias e Malaquias formam um pequeno grupo. Vamos desenvolver um bom relacionamento com esses maravilhosos homens de Deus e conhecer um pouco mais da história da Salvação no contexto profético.
É bom lembrar que "Profetas Menores" não significa de menor importância ou valor menor. São chamados de Profetas Menores devido ao tamanho de seus escritos. Vamos considerar aqui a sua ordem tradicional existente desde o Concílio de Trento. Mas, cronologicamente, podemos distribuir da seguinte maneira: Obadias (849), Joel (830), Jonas (740), Amós (760), Oséias (760) Miquéias (736), Naum (640), Habacuque (625), Sofonias (610), Ageu (520), Zacarias (520), Malaquias (430). Quero compartilhar nesses estudos alguns temas que encontramos nos escritos desses profetas. Vamos estudar sobre: compaixão, arrependimento, justiça social, solidariedade, chamado, esperança, soberania de Deus, fé, juízo, coragem, reconstrução de vidas e espiritualidade.
Quero abrir um espaço aos meus amigos leitores, sei que são muitos, mais pronto estarei on line, através do meu blog  para tirar dúvidas.
Agradeço a Deus e à Convenção Batista Fluminense pelo privilégio de fazer o que mais amo, compartilhar a Palavra do Senhor.

























14/06/15

Pequenos Grupos Multiplicadores


 Todos os dias, no templo e nas casas, não

 cessavam de ensinar e de anunciar a Jesus

Cristo” (Atos 5.42). 

































08/03/14

A IGREJA DE CRISTO


" Tu és Pedro, e sobre essa pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela"
                             MATEUS 16.18

ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL A MAIOR DO MUNDO

" O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento. Portanto rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não seja sacerdote diante de mim"
                                              Oséias 4:6 
     Primeira Igreja Batista Em São Cristóvão
        São Cristóvão- Cabo Frio
        Rua Marques de Olinda,397

27/10/13

Reforma Protestante


Reforma Protestante
A Reforma Protestante foi um movimento reformista cristão iniciado no início do século XVI por Martinho Lutero, quando através da publicação de suas 95 teses, em 31 de outubro de 1517 1 2 na porta da Igreja do Castelo de Wittenbergprotestou contra diversos pontos da doutrina da Igreja Católica Romana, propondo uma reforma no catolicismo romano. Os princípios fundamentais da Reforma Protestante são conhecidos como os Cinco solas.3
Lutero foi apoiado por vários religiosos e governantes europeusprovocando uma revolução religiosa, iniciada na Alemanha, estendendo-se pela SuíçaFrançaPaíses BaixosReino UnidoEscandinávia e algumas partes do Leste europeu, principalmente os Países Bálticos e a Hungria. A resposta da Igreja Católica Romana foi o movimento conhecido como Contra-Reforma ou Reforma Católica, iniciada no Concílio de Trento.
O resultado da Reforma Protestante foi a divisão da chamada Igreja do Ocidente entre os católicos romanos e osreformados ou protestantes, originando o Protestantismo.