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CIDADE DE CABO FRIO - ESTADO DO RIO DE JANEIRO -

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OBJETIVO DESTE BLOG É ENSINO DA PALAVRA DE DEUS E DIVULGADOR DAS SANTAS ESCRITURAS. OBJETIVO TAMBÉM É DIVULGAR E PROMOVER A EBD, TRAZENDO IDEIAS E NOTÍCIAS DESTA TÃO IMPORTANTE ORGANIZAÇÃO DA IGREJA. QUE DEUS NOS ABENÇOE.

Viersiculos

27/04/15

Escola Bíblica Discipuladora

Escola Bíblica Discipuladora é um braço forte do Ministério da Educação Cristã,para o preparo dos professores da EBD, a cada dia iremos construindo a nossa EBD que queremos uma Escola Bíblica atual e dinâmica. Que possa desenvolver os talentos e dons dado pelo Senhor Jesus para que seja um instrumento na mão de Deus, crentes avivados com a Palavra de Deus, cheios do Espirito Santo e com amor pelas almas a ser resgatadas, mãos a obras , conto com vocês. Aula com irmão GILBERTO.
























1ª IGREJA BATISTA EM SÃO CRISTÓVÃO -CABO FRIO-RJ
RUA MARQUES DE OLINDA,397-SÃO CRISTÓVÃO -CABO FRIO -RJ.

26/04/15

Lição 5- O céu realmente existe?


































Lição 5- O céu realmente existe?

Texto Bíblico: Apocalipse 21.1-6

Introdução:

A indagação sobre a existência do céu encontra-se vinculada a um dos dilemas mais expressivo da humanidade: o que acontece após a morte? Isso se torna bem evidente em alguns relatos bíblicos: “...Que é a vossa vida? Sois, apenas, como neblina que aparece por um instante e logo se dissipa” (Tg 4.14); “Lembra-te de como é breve a existência!... Que homem há,que viva e não veja a morte?” (Sl 89.47,48); e “Morrendo o homem porventura tornará a viver?” (Jó 14.14). São questionamentos que mostram a preocupação com a imortalidade: para onde iremos? Onde moraremos quando deixarmos a terra? O que tranquiliza o nosso coração é a certeza de que Deus preparou um lugar chamado céu, para habitação de todos quantos confessarem Jesus como Salvador e Senhor (Jo 14.1-6; Lc 23.43; Ap 2.7).
            A descrição apocalíptica do novo céu e da nova terra, porque os primeiros já passaram, indica o estado perfeito de todas as coisas criadas e a morada, o lugar derradeiro, onde os justos habitarão (Is 66.22, 2Pe 3.13, Ap 21.1). Lá, ninguém vai precisar de comida e nem de bebida (Rm 14.17), não haverá casamento e nem desejo sexual (Mt 22.30; Lc 20.35), pois tudo isso será passado, sendo a glória do Senhor suficiente para satisfazer e preencher de maneira total os Seus remidos.

1 - A Bíblia dá testemunho de sua existência

Este assunto é apresentado na revelação bíblica de forma contundente, indicando que o céu é de Deus (Gn 14.19), lugar acima da terra. Em sentido físico é identificado pelo firmamento (Gn 1.8,20), onde estão o sol (Jó 37.21), a lua (Sl 89.37), as estrelas (Gn 1.14, 26.4), e de onde vem o orvalho (Gn 27.28). Em sentido espiritual, o céu é o lugar do trono de Deus, de Sua habitação (Gn 28.17, Ap 12.7,8). Não estando essas abordagens em desacordo com o significado da palavra no hebraico (Shamayim) e no grego (Ouranos), respectivamente “coisas voltadas para cima ou as alturas” e “céu ou ar”.
            João viu a “Santa Cidade, a Nova Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus, ataviada para o seu esposo” (Ap 21.2), era o momento áureo, pois a noiva , figura de grande e inestimável beleza para o povo do oriente, estava pronta (Ap 19.7) e agora, neste momento, se apresenta em toda a exuberância e glória. Essa descrição aponta para a união plena e gloriosa, que não teria mais fim entre o soberano Senhor dos céus e da terra, o Cordeiro que tira o pecado do mundo (Jo 1.29) e o seu povo, que não se refere apenas a Israel, mas a todos os homens (Ap 21.3), de todos os lugares, que foram lavados pelo sangue do Cordeiro (Ap 22.14).
O Tabernáculo aponta para a presença de Deus no meio do seu povo, uma realidade bem marcante no deserto (Js 22.29), quando Israel, na liderança de Moisés, caminhava na direção da Terra da Promessa. Agora, essa presença torna-se envolvente e visível, no sentido de poder ser tocada, na pessoa do Cristo encarnado (Jo 1.14), o Emanuel (Mt.1.23), pois através da obra redentora que Ele realizou e consumou, é que o céu passou a estar, em parte, na terra pelo viés do senhorio de Cristo.
            A Bíblia mostra Deus desenvolvendo o bendito trabalho de amparo, conforto e cuidado com os seus (2Co 1.3,4). Esta é uma ação pedagógica do Senhor: Ele faz e nos motiva a fazer com os outros, à luz do que dEle recebemos. Pois, além de Ele ser consolação (Ap 21.4), deixou-nos o Consolador (Jo 14.16,17,26) para não descuidarmos deste ministério, entendendo que é como Igreja que temos o grande desafio de instruir sobre o céu e aprender a viver nele.
Ela ainda mostra que o céu é lugar das coisas novas e perfeitas (Ap 21.5,6), que vão além da voz profética, que apontam somente para a nação e sua restauração (Is 32.17,18; 43.19; 60.19,20). E mais: a Palavra fala sobre céus e céus dos céus (Dt 10.14) e de um homem que foi arrebatado até ao terceiro céu (2Co 12.2), provavelmente, expressões que devam ser entendidas como metáforas, para indicar que tudo é de Deus, seu governo é sobre tudo e sua presença é bendita e augusta.

2 - É lugar do Trono de Deus

            Tratar deste assunto é um presente para a alma, pois abordamos sobre o majestoso lugar da habitação de Deus (Gn 28.17; Ap 12.7,8), do Seu glorioso trono (Ap 22.3), de onde o soberano Senhor exerce o governo de tudo e de todas as coisas (Hb.2.8). O apóstolo Paulo, falando aos colossenses, recomendou-lhes o grande desafio de buscar e de pensar nas coisas que são do alto, onde Cristo vive, assentado à direita de Deus (Cl 3.1-3); e João, na visão de Patmos, disse que viu uma multidão, a qual ninguém podia enumerar, de todas as nações, tribos, povos e línguas, em pé diante do trono e diante do Cordeiro, vestidos de vestiduras brancas, com palmas nas mãos (Ap 7.9). Essa incontável multidão que estava servindo ao Senhor diante do trono, no céu, clamava com grande voz: “Ao nosso Deus, que se assenta no trono, e ao Cordeiro, pertence a salvação” (Ap 7.10). Uma linda e notável celebração, uma “festa de adoração” ao Senhor (Ap 7.11,12).
Somente os que lavaram suas vestes e as branquearam no sangue do Cordeiro, os remidos, podem ficar diante do trono de Deus, deliciando-se de Sua presença e servindo de dia e de noite, de forma contínua, ao Senhor no Seu templo (Ap 7.14-17). No templo de Jerusalém, somente os sacerdotes e levitas podiam entrar para servir, mas através de Cristo, o véu se rasgou de alto a baixo (Mt 27.51) e os salvos, sacerdotes de Deus, estão diante do Seu trono para louvá-Lo em adoração.
À luz do que abordamos, resta-nos a compreensão de que neste tempo de Novo Testamento, novo pacto ou nova aliança de Deus com os homens (Hb 8.6), por meio do sangue (Hb 13.20,21), não tem espaço ou lugar para altar, por ser este um destacado instrumento do Antigo Testamento, da velha aliança, onde por meio de sacrifícios de animais os pecados eram perdoados (Lv.4.4-6).
É lamentável ver como alguns evangélicos estão judaizando a fé cristã, retrocedendo a práticas e cacoetes que não tem nada de cristianismo, mas de judaísmo e até de paganismo. Não nos esqueçamos que o altar foi substituído pelo Trono, pois Cristo, na cruz, ofereceu-se em sacrifício de dimensão eterna (Hb 10.1-13).

3 - É morada definitiva dos salvos

            A certeza de morar no céu é resultado da obra redentora do Calvário, da consciência da eficácia deste sacrifício, de sermos ovelhas de Jesus e que ninguém nos arrancará de suas mãos (Jo 10.27,28), tendo Ele preparado o lugar para estarmos juntos (Jo 14.1-4). Os salvos estarão com Cristo na eternidade, nos céus, e ali serão apascentados pelo Cordeiro (Ap 7.17), porque dEle adquiriram o direito de entrar na cidade pelas portas (Ap 22.14). Naquele lugar glorioso, os remidos contemplarão o rosto sublime do Pai (Mt 18.10), o verão face a face (1Co 13.12), como Ele realmente é (1Jo 3.2), alimentar-se-ão do esplendor de sua majestade e para sempre estarão com Deus e Deus com eles (Ap 21.3).
            A salvação pelos méritos de Jesus, a prática cristã e a consequente vida dos salvos testificam que a nossa fé não é vã (1Co 15.14) e que a morte foi tragada pela vitória (1Co 15.54), pois Cristo, primícias dos que dormem (1Co 15.20) declarou: “...não temas; eu sou o primeiro e o último e aquele que vive; estive morto, mas eis que estou vivo, vós também vivereis” (Ap 1.17,18). Que riqueza espiritual é essa garantia firmada por Jesus! NEle temos vida abundante (Ef.2.4-7), vida que atravessa do tempo para a eternidade.
Paulo, no anoitecer de sua vida e ministério, falou a Timóteo, seu filho na fé: “Já agora a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor justo juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos que amam a sua vinda” (2Tm 4.8). A coroa era o prêmio oferecido aos vitoriosos (1Co 9.24,25; 1Pe 5.4) e é a esta que o apóstolo se refere. Podemos entender como prêmio aos que vivem uma vida de retidão pelos preceitos do Evangelho e submissão a Jesus Cristo, que enfatizou a vida no céu como herança (Mt 25.34), uma recompensa (Mt 5.12a; Mc 10.21). Não existe felicidade maior do que ter cidadania celestial (Fl 3.20)!

Para pensar e agir

O céu é lugar de habitação de Deus e para onde irão os remidos de Jesus, aqueles que lavaram suas vestiduras e as branquearam no sangue do Cordeiro.
O céu é muito mais que um estado de espírito e/ou uma condição espiritual; é lugar do trono de Deus e morada dos remidos.
Seria o céu um lugar de inatividade? É claro que não! Serviremos ao Senhor eternamente.

Através do sacrifício de Jesus, as maravilhas do céu passam a ser vivenciadas pelos que creem em seu nome, desde a terra.
Fonte: www.batistafluminense.org.br
CONVENÇÃO BATISTA FLUMINENSE                                          REVISTA PALAVRA E VIDA .

02/04/15

ABRIL - O MÊS DA ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL

Estaremos cada vez mais desenvolvendo o trabalho de divulgação do ensino bíblico,atreves da Escola Bíblica Dominical e a Escola de Líderes para o aperfeiçoamento Cristão. Parabéns aos nossos Alunos e professores e Secretários e diretores da EBD. Pelo esforços pela construção da educação sistemática e metódica da palavra de Deus. Uma obra que começou é atribuído ao jornalista episcopal Robert Raikes (1735-1811),Que o nosso Deus nos abençoe a continuar a Historia da EBD.



31/03/15

REVISTA PALAVRA & VIDA 2ºTRIMESTRE






























































APRESENTAÇÃO                         

A Palavra de Deus, nossa única regra de fé, conduta e prática, ensina que precisamos estar preparados para responder aos que desejam saber a razão de nossa esperança (1Pe 3.15), o conteúdo da nossa fé. Equipar os salvos, preparando-os para o exercício de um ministério eficaz na Causa do Evangelho (Ef 4.12) é desafio de Deus e responsabilidade da Igreja, para um resultado saudável e produtivo na dinâmica do Reino (Ef 4.13-15).
O mundo vive perdido em descrenças, desconfianças, ilusões e fanatismo. Segue em corrida desenfreada ao encontro das suas conjecturas, esperando o contato com o divino ou a possibilidade de humanizá-lo. É a criatura seduzida pelo poder, desejando equiparar-se ou superar o Criador, deixando evidente o seu lado vulnerável, sendo facilmente manipulada ao abraçar uma proposta altamente falida (Gn 3.1-6).
Conhecer um pouco mais sobre Deus, essência da perfeição divina, seu povo, suas lutas e dores, a trágica realidade da morte, o glorioso lugar da Felicidade Eterna, Trono de Deus e morada dos Santos, a encarnação do Verbo, mostrando a plenitude do amor do Pai, que pelo eterno sacrifício do Filho, aniquilou o domínio do pecado, conforme conteúdo da Palavra, verdade plena e imutável, que aponta para o plano divino de sustento da obra, pelo viés da santificação, conforme a grandeza do Evangelho, que precisa ser o nosso estilo de vida.
Conhecer esse conteúdo da fé é algo gratificante, que nos qualifica e enriquece, deixando-nos mais conscientes de Deus, de nós mesmos e da realidade que nos cerca. Ninguém irá além daquilo que crê, das suas convicções. Quando pastor, na minha querida São Fidélis, aprendi com um ilustre colega, Pr. Israel da Silva Alecrim, que quando o líder cai por pecado, cai sozinho; mas, quando cai por falta de convicção, leva muita gente com ele. O estrago é grande!
Que Deus nos ajude na gloriosa tarefa do conhecimento da Palavra, da solidez espiritual e das nossas bases de fé.
Que o trimestre seja produtivo. Bons estudos!


QUEM ESCREVEU


            Vanderlei Batista Marins é natural de São João da Barra, hoje, São Francisco do Itabapoana – RJ. É pastor titular da Primeira Igreja Batista em Alcântara desde 05/05/2001. Doutor em Teologia, pela Cohen University & Theological Seminary (Califórnia – EUA), onde também obteve o grau de Mestre em Divindade. É Mestre e Bacharel em Teologia, pelo Seminário Teológico Batista Fluminense e Bacharel em Ciências Jurídicas, pela Universidade Salgado de Oliveira. É licenciado em Filosofia e Pós-Graduado em Docência do Ensino Superior, pela Faculdade Phênix de Ciências Humanas e Sociais do Brasil. Autor de Excelência no Ministério Pastoral (Niterói, editora Epígrafe, 2009) e do Capítulo 17 – Família – Comentários à Declaração Doutrinária da Convenção Batista Brasileira. É presidente da Convenção Batista Brasileira e da Convenção Batista Fluminense, professor de Teologia e Diretor do Seminário Teológico Batista Gonçalense.
            Casado com a Professora Rita de Cassia Miranda Marins, pai de Mikhael Wander, de Eber Jonathas, casado com Larissa e, de Fátima, casada com Adriano.
            Servo de Jesus, agradecido por ter sido chamado para o Ministério Pastoral, que ama e respeita a Igreja de Deus, que gosta de gente e deseja que todos sejam alcançados pela salvação e edificação em Cristo Jesus.



08/03/14

A IGREJA DE CRISTO


" Tu és Pedro, e sobre essa pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela"
                             MATEUS 16.18

ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL A MAIOR DO MUNDO

" O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento. Portanto rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não seja sacerdote diante de mim"
                                              Oséias 4:6 
     Primeira Igreja Batista Em São Cristóvão
        São Cristóvão- Cabo Frio
        Rua Marques de Olinda,397

27/10/13

Reforma Protestante


Reforma Protestante
A Reforma Protestante foi um movimento reformista cristão iniciado no início do século XVI por Martinho Lutero, quando através da publicação de suas 95 teses, em 31 de outubro de 1517 1 2 na porta da Igreja do Castelo de Wittenbergprotestou contra diversos pontos da doutrina da Igreja Católica Romana, propondo uma reforma no catolicismo romano. Os princípios fundamentais da Reforma Protestante são conhecidos como os Cinco solas.3
Lutero foi apoiado por vários religiosos e governantes europeusprovocando uma revolução religiosa, iniciada na Alemanha, estendendo-se pela SuíçaFrançaPaíses BaixosReino UnidoEscandinávia e algumas partes do Leste europeu, principalmente os Países Bálticos e a Hungria. A resposta da Igreja Católica Romana foi o movimento conhecido como Contra-Reforma ou Reforma Católica, iniciada no Concílio de Trento.
O resultado da Reforma Protestante foi a divisão da chamada Igreja do Ocidente entre os católicos romanos e osreformados ou protestantes, originando o Protestantismo.