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19/03/2017

CONGRESSO EBD 08 de abril/2017


Lição 13 – A VITÓRIA QUE DEUS NOS DÁ SOBRE O ORGULHO



Lição 13 – A VITÓRIA QUE DEUS NOS DÁ SOBRE O ORGULHO 
Textos Bíblicos: Deuteronômio 1.43; 8.10-20; Neemias 9.16

Eu lhes disse isso, mas vocês não me deram ouvidos, rebelaram-se contra o Senhor e, com presunção, subiram a região montanhosa.
Deuteronômio 1:43


Depois que tiverem comido até ficarem satisfeitos, louvem ao Senhor, o seu Deus, pela boa terra que lhe deu.
Tenham o cuidado de não se esquecer do Senhor, do seu Deus, deixando de obedecer aos seus mandamentos, às suas ordenanças e aos seus decretos que hoje lhes ordeno.
Não aconteça que, depois de terem comido até ficarem satisfeitos, de terem construído boas casas e nelas morado,
de aumentarem os seus rebanhos, a sua prata e o seu ouro, e todos os seus bens,
o seu coração fique orgulhoso e vocês se esqueçam do Senhor, do seu Deus, que os tirou do Egito, da terra da escravidão.
Ele os conduziu pelo imenso e pavoroso deserto, por aquela terra seca e sem água, de serpentes e escorpiões venenosos. Ele tirou água da rocha para vocês,
e o sustentou no deserto com maná, que os seus antepassados não conheciam, para humilhá-los e prová-los, a fim de que tudo fosse bem com vocês.
Não digam, pois, em seu coração: "A minha capacidade e a força das minhas mãos ajuntaram para mim toda esta riqueza".
Mas, lembrem-se do Senhor, do seu Deus, pois é ele que lhes dá a capacidade de produzir riqueza, confirmando a aliança que jurou aos seus antepassados, conforme hoje se vê.
Mas se vocês se esquecerem do Senhor, do seu Deus, e seguirem outros deuses, prestando-lhes culto e curvando-se diante deles, asseguro-lhes hoje que vocês serão destruídos.
Por não obedecerem ao Senhor, ao seu Deus, vocês serão destruídos como o foram as outras nações que o Senhor destruiu perante vocês.
Deuteronômio 8:10-20


"Mas os nossos antepassados tornaram-se arrogantes e obstinados, e não obedeceram aos teus mandamentos.
Neemias 9:16


LEITURA BÍBLICA DIÁRIA
Segunda-feira: Gênesis 11.1-9 
Terça-feira: Deuteronômio 8.6-20 
Quarta-feira: 1Samuel 17 
Quinta-feira: 2Reis 19.8-37 
Sexta-feira: Isaías 14.1-23 
Sábado: Daniel 4 
Domingo: Lucas 1.46-55

Introdução

Desde a era medieval se conhece aquilo que a tradição cristã convencionou chamar de “os sete pecados capitais”. Estes são considerados perigosos o suficiente para levar quem os pratica deliberada e permanentemente para longe de Deus, nossa fonte de vida. Essa lista é composta pelo orgulho, cobiça, lascívia, inveja, glutonaria, ira e preguiça. Os antigos diziam que o orgulho é o primeiro pecado dessa triste lista. Evidentemente, os pecados “capitais” compõem uma lista muito maior que apenas sete. Os assim ditos “sete pecados capitais” não são bíblicos, mas fruto de reflexões morais, sobretudo da Idade Média. A Bíblia apresenta três áreas de nossas vidas que apelam para o mal: desejos da carne, soberba da vida e desejo de possuir bens materiais (1Jo 2.16). A segunda área, a soberba (orgulho excessivo), é o ponto de ligação para manter as outras. Se derrotarmos o orgulho, conseguiremos vitórias em todos os campos da vida. Será mesmo o orgulho o pior de todos os pecados? É preciso lembrar que o orgulho é parte da natureza adâmica, mas o novo homem em Cristo nos faz humildes e aptos para recebermos de Deus o melhor.

1 – O orgulho precisa ser identificado em nós

O que é orgulho? O Dicionário Aurélio define orgulho como: “Conceito exagerado de si próprio; soberba”. Trata-se da atitude de considerar-se superior e melhor que as outras pessoas, a ponto de desprezá-las. O orgulho, portanto, é a atitude que leva alguém a se considerar uma pessoa acima das outras. O orgulho é essencialmente competidor por sua própria natureza. E por causa do orgulho, pessoas desprezam, humilham e oprimem seus semelhantes. Racismo e preconceito, por exemplo, são manifestações do orgulho. Por isso é um pecado tão grave e sério porque sempre alguém encontrará outro que lhe seja superior em outra área. A ruína espiritual Página | 2 proveniente do orgulho reside no fato de a pessoa orgulhosa amar-se mais do que a Deus e, evidentemente, mais do que as outras pessoas. 
Do ponto de vista bíblico, ser orgulhoso é o mesmo que “ter uma visão distorcida e inflada de si mesmo. Atribui suas realizações a esforços próprios e não reconhece que tudo o que é e possui vem das bondosas mãos de Deus” (Bíblia do Executivo, p.131)
A Bíblia relata que foi o orgulho que impediu Israel de tomar posse da Terra Prometida, pois os levou a tomar decisões erradas, por conta própria ou de maneira independente. Por essa razão, Deus os levou para o deserto, humilhando-os por mais 38 anos (Dt 2.14,15; 8.2), para expor suas fraquezas e limitações. Nesse episódio, fica claro a estreita relação que há entre sucesso e humildade e entre dificuldade e arrogância. Nosso orgulho impede o derramar das bênçãos de Deus sobre tudo e todos que estão diretamente relacionados a nós.

Outra prova da presença intensa do orgulho entre os líderes do povo que saiu do Egito, está na rebelião de Corá, pois está escrito que eles “se insurgiram... se ajuntaram contra Moisés” (Nm 16.2,3). O orgulho impede de nos submetermos a uma autoridade conferida por Deus e tenta nos colocar no lugar do líder.

2 – O orgulho produz efeitos desastrosos

A arrogância foi, sem dúvidas, uma das responsáveis pelo fracasso dos israelitas que deixaram o Egito em tomar posse da Terra, pois está escrito que “Deus resiste ao soberbo” (Tg 4.6). Resistir é o mesmo que impedir, atrapalhar ou causar dificuldades.
Durante a peregrinação em direção à terra de Canaã, Deus determinou várias leis que, se tivessem sido obedecidas, produziriam grandes bênçãos à nação (Lv 26.1-13), mas se o povo desobedecesse, as consequências seriam devastadoras (Lv 26.14-46). Os juízos eram uma das maneiras de Deus confrontar a rebeldia do povo: “Eu lhes quebrarei o orgulho rebelde” (Lv 26.19) O orgulho nos faz esconder nossos erros e pecados e a manter as aparências, enquanto definhamos até que não haja mais recursos (Sl 32.1-5). Pecados não confessados, não podem ser perdoados (1Jo 1.8-10). A Bíblia afirma que “O Página | 3 que encobre suas transgressões jamais prosperará” (Pv 28.13a). Todo orgulhoso tem uma aparente prosperidade.
No primeiro homicídio, observamos a presença do orgulho da natureza humana, pois quando Deus perguntou sobre o desaparecimento de Abel, o assassino Caim respondeu de maneira profundamente arrogante: “Não sei; acaso sou eu tutor de meu irmão?” (Gn 4.9). Além de esconder seu erro, o orgulhoso Caim ainda se tornou uma pessoa sarcástica e hipócrita. Jesus afirmou que arrogância faz parte da natureza caída do ser humano (Mc 7.22,23).
O orgulho pode tomar várias formas, originando, porém, todas elas da soberba do coração humano. Alguns são altivos no olhar, no trajar; outros, em sua vida social; outros se orgulham de sua raça, e outros ainda de seus negócios. Em outras palavras, o orgulho pode ser espiritual, intelectual, material e social. O mais repugnante desses quatro é o espiritual. A soberba do espírito foi o pecado que levou Lúcifer, o diabo, à queda. É por aí que começam quase todos os pecados.

3 – O orgulho pode ser vencido

Vencemos o orgulho rejeitando pensamentos a nosso respeito que não correspondem à realidade, pois a Bíblia nos ensina que “não pense de si mesmo além do que convém; antes, pense com moderação” (Rm 12.3). Isso quer dizer que derrotamos o orgulho quando sabemos quem somos. Em Cristo somos mais que vencedores. Mas sem Ele, não somos nada!
 Outra maneira de banir o orgulho ou a autoconfiança é admitir as fraquezas, confessando-as a Deus, e depois, a uma pessoa espiritualmente madura, que nos ajudará com aconselhamento e orações intercessórias (Tg 5.16). Precisamos, também, reconhecer nossas limitações, imperfeições e total dependência de Deus e de outras pessoas. Não podemos nos iludir...
A obediência à autoridade, primeiro a de Deus, depois daqueles a quem ele ungiu com poder é mais um passo para derrotarmos o orgulho. Na sequência, é preciso buscar a glória de Deus e não a nossa, por meio do serviço amoroso e desinteressado ao próximo (1Jo 3.17). Jesus afirmou que “quem se humilha será exaltado” (Lc 18.14).
Podemos, sim, vencer o orgulho, rejeitando pensamentos a nosso respeito que não correspondem à verdade, pois a bíblia diz: “Não pense de si mesmo além do que convém; antes, pense com moderação” (Rm. 12.3). Derrotamos o orgulho quando sabemos quem somos. Em Cristo somos mais que vencedores, mas sem ele não somos nada!

Conclusão

Foram necessários mais 38 anos no deserto para que Israel fosse libertado do poder destruidor do orgulho (“eleve o coração” – Dt 8.14 – ou, “se torne orgulhoso”). E Deus tratou aquele povo conforme o seu coração incrédulo, arrogante e repleto de amargura.
Vivemos num ambiente onde Deus é zombado, os valores são invertidos e as práticas de vida desconectadas daquilo que ensina a Palavra de Deus. Tudo isso vai alimentar comportamentos estranhos disfarçados em orgulho, ganância e zombaria que nos distanciam de Deus e de Seu maravilhoso amor. João declarou: “O mundo jaz no maligno” (1Jo 5.18). Mas Jesus disse àqueles que são Seus filhos: “O meu Reino não é deste mundo... Vinde benditos de Meu Pai” (Jo 18.36 e Mt 25.34). Certamente, o orgulho não faz parte desse Reino bendito do Pai.

Para pensar e agir

1. O orgulho é necessariamente algo ruim a ser desprezado? Existe o “bom orgulho”? Como correlacionar os dois?

2. Por que o orgulho deve ser aniquilado em nós? Por que Deus o condena?

3. Onde há orgulho, há comunhão? Os orgulhosos herdarão o Reino de Deus?
                                  Uma excelente aula 

Fonte: Revista Palavra e vida da Convenção Batista Fluminense.

17/09/2016

CONGRESSO MULTIPLIQUE REGIONAL


Revista Palavra e Vida 4 Trimestre - FATOS PARA HOJE- O livro de Atos dos Apóstolos





FATOS PARA HOJE

   O livro de Atos dos Apóstolos também chamado por muitos de “Atos da Igreja de Jesus Cristo”, contém inúmeras histórias que inspiram o leitor devotado e atento a ser um instrumento nas mãos de Deus. Estudar Atos é uma oportunidade de analisar a essência da Igreja de Cristo e o cuidado de Deus em guiar, proteger e orientar o seu povo. É um livro que revela o nosso “DNA”, nos instrui quanto às características que nos diferem e nos aponta o caminho seguro para simplesmente sermos uma Igreja. Também é um livro que nos motiva ao enchimento do Espírito Santo. Neste quarto trimestre de 2016 vamos investigar algumas histórias em busca dos princípios que nos permitirão cumprir as ordens do nosso Mestre Jesus.

      O médico Lucas escreveu Atos, provavelmente na segunda metade do primeiro século. Seus 28 capítulos são relatos que comprovam que a história de Jesus não terminou com Jesus. Os cristãos deram continuidade, participando ativamente da ação de Deus para alcançar os pecadores. Veremos que pessoas como nós, formaram a chamada “Igreja Primitiva”. Irmãos que aceitaram o desafio e, cheios do Espírito Santo, testemunharam acerca dos mistérios de Deus. Os resultados se estenderam até os nossos dias e deverão continuar por toda a eternidade. Daí a importância de avaliarmos os princípios (algumas disciplinas que são predominantes na Igreja de Jesus Cristo e que carecem da nossa atenção) que fizeram a diferença no primeiro século e com a devida contextualização, evidenciá- los hoje.

      A Igreja somos nós! Nossa expectativa é que após o estudo dedicado de cada lição, o aluno assuma o compromisso de agir de acordo com os princípios que fizeram da Igreja de Jesus Cristo uma comunidade separada, cheia do poder de Deus e com uma mensagem capaz de revolucionar o mundo. Vamos juntos em busca dos fatos que nos ajudarão a saber o que aconteceu com a Igreja. É tempo de retornarmos aos princípios bíblicos que levaram nossos irmãos no passado a serem chamados de cristãos (At 11.26). 
                                                Bom trimestre! 

Revista Palavra e Vida 4 Trimestre - FATOS PARA HOJE- O livro de Atos dos Apóstolos








FATOS PARA HOJE

   O livro de Atos dos Apóstolos também chamado por muitos de “Atos da Igreja de Jesus Cristo”, contém inúmeras histórias que inspiram o leitor devotado e atento a ser um instrumento nas mãos de Deus. Estudar Atos é uma oportunidade de analisar a essência da Igreja de Cristo e o cuidado de Deus em guiar, proteger e orientar o seu povo. É um livro que revela o nosso “DNA”, nos instrui quanto às características que nos diferem e nos aponta o caminho seguro para simplesmente sermos uma Igreja. Também é um livro que nos motiva ao enchimento do Espírito Santo. Neste quarto trimestre de 2016 vamos investigar algumas histórias em busca dos princípios que nos permitirão cumprir as ordens do nosso Mestre Jesus.

      O médico Lucas escreveu Atos, provavelmente na segunda metade do primeiro século. Seus 28 capítulos são relatos que comprovam que a história de Jesus não terminou com Jesus. Os cristãos deram continuidade, participando ativamente da ação de Deus para alcançar os pecadores. Veremos que pessoas como nós, formaram a chamada “Igreja Primitiva”. Irmãos que aceitaram o desafio e, cheios do Espírito Santo, testemunharam acerca dos mistérios de Deus. Os resultados se estenderam até os nossos dias e deverão continuar por toda a eternidade. Daí a importância de avaliarmos os princípios (algumas disciplinas que são predominantes na Igreja de Jesus Cristo e que carecem da nossa atenção) que fizeram a diferença no primeiro século e com a devida contextualização, evidenciá- los hoje.

      A Igreja somos nós! Nossa expectativa é que após o estudo dedicado de cada lição, o aluno assuma o compromisso de agir de acordo com os princípios que fizeram da Igreja de Jesus Cristo uma comunidade separada, cheia do poder de Deus e com uma mensagem capaz de revolucionar o mundo. Vamos juntos em busca dos fatos que nos ajudarão a saber o que aconteceu com a Igreja. É tempo de retornarmos aos princípios bíblicos que levaram nossos irmãos no passado a serem chamados de cristãos (At 11.26). 
                                                Bom trimestre!