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OLÁ MEUS AMIGOS,MEU NOME É JOSÉ AUGUSTO CASADO COM LÍDIA,SOU CABOFRIENSE ,BRASILEIRO,SOU CRISTÃO- MEMBRO DA 1ª IGREJA BATISTA EM SÃO CRISTOVÃO-C.FRIO SOU APAIXONADO PELO ENSINO DA PALAVRA DE DEUS E DIVULGADOR DAS SANTAS ESCRITURAS. OBJETIVO DESTE BLOG É DIVULGAR E PROMOVER A EBD, TRAZENDO IDEIAS E NOTÍCIAS DESTA TÃO IMPORTANTE ORGANIZAÇÃO DA IGREJA. QUE DEUS NOS ABENÇOE.

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20/04/14

REVISTA PALAVRA & VIDA- LIÇÃO:4 - MÁGOA (PARTE 2)





Lição 4 - Mágoa (Parte 2)

Texto Bíblico: Hebreus 12.15

É importante destacar que nem toda mágoa é capaz de gerar problemas no relacionamento familiar; há mágoas pequenas, que administramos sem maiores esforços; outras, porém, necessitam de uma atenção maior para não gerar outros males em quem a sente e em toda a família.

O caminho da cura

Admiti-la – Não há nenhum demérito por se sentir magoado, não há pecado em se sentir assim. Fugir desta realidade é o grande perigo para o aprofundamento da mágoa. Quem se sente magoado deve admitir isso.
Identificar sua origem – De onde veio a mágoa? Neste aspecto, ela pode ter diversas origens, tais como: alguém intencionalmente a provocou; alguém a provocou, sem a intenção de fazê-lo; ela veio a partir de uma lembrança do passado ou de uma possível ação no futuro; foi fruto de uma decepção (neste caso, é preciso saber se o que se esperava da pessoa era certo ou não, caso contrário, a expectativa é que estava errada); mágoa de si mesmo; ou quando permitimos que alguém nos faça mal sem que nos defendamos adequadamente.
Procurar a melhor maneira de resolvê-la – Dependendo da origem da mágoa, deve-se empreender ações para eliminá-la.
Caso haja alguém que deliberadamente a tenha causado, o melhor é ir ao encontro dessa pessoa e relatar o ocorrido, a fim de compartilhar o sentimento, mesmo que a pessoa não reconheça o erro. O simples fato de compartilhar já exerce uma ação terapêutica, mas deve-se tomar o cuidado para não fazer deste encontro uma oportunidade para vingança, pois a vingança só aumenta a mágoa trazendo culpa, ao nivelar a pessoa por baixo. Normalmente, uma conversa sincera, educada, respeitosa, mas clara em relação à mágoa, tende a dar uma boa solução ao problema.
Se a mágoa for fruto de uma expectativa errada que gerou uma decepção e, consequentemente a mágoa, deve-se ter a lucidez de analisar tal expectativa e perceber que não houve uma ação para causar a mágoa.
E ainda, pessoas que ficam magoadas consigo mesmas por não se defenderem das investidas de outras que lhe fizeram mal, devem procurar superar esse sentimento tomando atitudes de não mais permitir que outros lhes façam mal.


O tempo não resolve tudo

Acostumamo-nos com a ideia de que o tempo é o melhor remédio, mas isto não funciona para todas as coisas que precisamos resolver, e a mágoa é uma delas. O tempo não cura mágoas, quando muito, as exclui da admissão consciente, empurrando-a para o inconsciente, onde ela tende a se alimentar e aprofundar raízes, provocando tristezas sem causa aparente, podendo até desenvolver doenças.
A melhor maneira de lidar com a mágoa é resolvê-la no menor tempo possível, indo ao encontro de quem a causou, dando-lhe ciência do fato e deixando com esta pessoa a decisão de como vai lidar com o mal que fez. Mesmo diante de uma negativa da pessoa, o fato de passar a ela essa informação já produz uma dinâmica de descarga emocional que causa alívio na pessoa magoada.

Cortando o mal pela raiz


A mágoa começa a ser destruída com a prática do perdão por parte de quem foi magoado. Normalmente o perdão é uma resposta a um pedido feito por quem errou. No entanto, uma pessoa magoada não deve permanecer refém da mágoa até que a outra, que a magoou, lhe peça perdão. O ideal é que haja uma liberação de perdão espontânea, sem que o magoado tome a iniciativa.
Esta postura de liberar o perdão sem que haja um pedido é um comportamento de grandeza e de muita maturidade espiritual e emocional. O melhor exemplo que temos disso é do próprio Jesus. A Bíblia diz que Ele nos perdoou antes que pedíssemos ou merecêssemos: “Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores” (Rm 5.8).
Desta maneira devemos entender que o perdoador não se vê justiçado, pois nem sempre haverá o reconhecimento por parte de quem o magoou, mas quem deseja manter o coração puro e livre de mágoas deve tomar a iniciativa de perdoar a quem lhe faz mal. É como se o perdoador fosse para a cruz e de lá liberasse o perdão. Isso, além de isentar de punição quem fez o mal, liberta o coração de quem recebeu a mágoa.
A Bíblia nos orienta a termos cuidado para que as mágoas não se aprofundem em nós. “Tendo cuidado de que ninguém se prive da graça de Deus, e de que nenhuma raiz de amargura, brotando, vos perturbe, e por ela muitos se contaminem” (Hb 12.15). Veja que o texto começa falando da graça de Deus, ou seja, ela é o fator mais importante na dinâmica do perdão, pois a graça é a manifestação do perdão de Deus por nós. Além disso, ela também nos capacita a perdoar e nos fortalece diante de nossas fraquezas nos relacionamentos.

Assumindo a culpa

Creio que uma das orações que mais agradam a Deus é aquela que fazemos pedindo a Ele que nos sonde e nos purifique dos males que existem em nós, e não sabemos. Esta é uma oração altruísta, é mais do que um autoexame, é uma sondagem feita por Deus, portanto, uma sondagem perfeita, sem falhas. Dela resulta quem verdadeiramente somos. Uma oração que agrada ao Senhor. “Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração; prova-me, e conhece os meus pensamentos. E vê se há em mim algum caminho mau, e guia-me pelo caminho eterno” (Sl 139.23,24).

Quando peço a Deus que me sonde, estou abrindo meu coração com sinceridade, sem reservas e buscando melhorar como pessoa e assim ser bênção às demais que se relacionam comigo. No âmbito familiar, serei um fator de alegria, paz, cura, prazer, cuidados, conciliação, enfim, fonte de bênção. Se tiver magoado alguém, Deus me revelará e eu irei até a pessoa para pedir que me perdoe e oferecer meu afeto e atenção.
Muitas famílias passam por sofrimentos em relação a mágoas pela falta deste tipo de oração e interesse.
Nem sempre sabemos o quanto estamos magoando alguém, sobretudo porque não temos esta intenção, principalmente quando se trata de família. Assim, a melhor maneira tanto de me assegurar de que não estou causando mágoas, quanto de buscar resolver o problema, se o tiver causado, é primeiro ir a Deus, para me preparar, e depois ir a quem magoei, para resolver.

Deus pode tudo

“Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece.” (Fp 4.13)
Finalmente, se todas as ações humanas no sentido de resolver uma mágoa falharem, resta uma que não falha, a ação de Deus. Naturalmente que todas as dicas anteriores devem ser empreendidas também com oração, mas quando elas não funcionarem para eliminar a mágoa, então deve-se confiar no poder restaurador de Deus.
No entanto, uma oração, para ser atendida, deve obedecer aos critérios estabelecidos pelo próprio Senhor, tais como: reconhecimento de que não somos infalíveis e que também magoamos pessoas; desejo de que a pessoa que causou a mágoa seja tratada por Deus com graça e misericórdia e não com castigo; confiança de que Deus tem o seu jeito de agir e resolver os problemas e que nós nem sempre sabemos como – isso porque muitas pessoas oram como que ensinando a Deus como Ele deve agir para resolver os problemas, como, por exemplo: “Deus, aquela pessoa me magoou, faça-a sentir culpa, faça-a sentir tristeza, faça-a vir até a mim para conversar, leve arrependimento ao coração dela...”. Ora Deus não precisa de orientações sobre o modo como deve agir. Embora entendamos a intenção de quem ora desta maneira, precisamos tomar cuidado, pois se depender de nossos encaminhamentos para o passo a passo de Deus, terminamos por assumir o controle da dinâmica de atuação do Senhor. Ele sabe, Ele quer, Ele pode. Ao orarmos para que Deus resolva as mágoas em nós, devemos descansar na confiança de que Ele saberá fazê-lo. 

Concluindo...

Destruir as mágoas não é uma tarefa muito fácil, mas possível.
Normalmente a mágoa é tratada quando a pessoa que a cometeu reconhece o mal que fez, arrepende-se e faz um sincero pedido de desculpas. Quando isso acontece, o problema normalmente é resolvido, mas nem sempre a dinâmica se dá com esta facilidade.  Até porque, nem sempre a pessoa que se sente magoada tem razão de sentir-se assim, muitas vezes quem causou a mágoa não teve culpa em fazê-lo, pois há muitas expectativas erradas que lançamos sobre os outros, principalmente os da família, e eles não têm a responsabilidade em atendê-las.
Numa família, as pessoas são diferentes, e por isso têm pensamentos, pontos de vista e sensibilidade diferentes. Quando esperamos que o outro haja exatamente como queremos e isso não acontece, a culpa nem sempre é do outro. Às vezes, as expectativas é que foram erradas.

Para Pensar e Agir

1.   O que devo fazer para promover a cura sobre as mágoas?

FONTE:www.batistafluminense.org.br


06/04/14

FESTA DAS NAÇÕES - MISSÕES MUNDIAS


PALAVRA & VIDA - LIÇÃO 02 TRAUMAS



Lição 2- Traumas


Texto Bíblico: Jeremias 31.13b

O trauma psicológico é um tipo de dano emocional que ocorre como resultado de alguma experiência negativa. É como se as emoções sofressem uma alteração em seu funcionamento normal. Isto gera um comportamento anormal que vai de pequenas alterações de humor até o desenvolvimento de síndromes, como a do pânico, por exemplo, chegando, em casos mais extremos, ao suicídio.
Uma das consequências do pecado na vida do homem foi colocá-lo exposto a esses males, e, de uma forma mais ou menos intensa, todos sofrem de traumas emocionais em algum grau.
Um dos personagens bíblicos mais importantes relata um estado de alteração emocional em um de seus salmos: “Esperei com paciência no Senhor, e ele se inclinou para mim, e ouviu o meu clamor. Tirou-me dum lago horrível, dum charco de lodo, pôs os meus pés sobre uma rocha, firmou os meus passos. E pôs um novo cântico na minha boca, um hino ao nosso Deus; muitos o verão, e temerão, e confiarão no Senhor” (Sl 40.1-3).
Ao citar “dum lago horrível” e “dum charco de lodo”, Davi se refere, não literalmente a estes ambientes, mas ao estado de suas emoções. Certamente ele foi um homem marcado por muitos traumas. Mas foi vitorioso, sem dúvida.

Uns afetados e outros não...

Cada pessoa tem sua estrutura emocional peculiar, mesmo pessoas da mesma família diferem no aspecto das resistências diante de eventos traumáticos. Cada pessoa é um ser único. Deus faz um por vez e acompanha seu desenvolvimento individual: “Pois possuíste os meus rins; cobriste-me no ventre de minha mãe. Eu te louvarei, porque de um modo assombroso, e tão maravilhoso fui feito; maravilhosas são as tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem. Os meus ossos não te foram encobertos, quando no oculto fui feito, e entretecido nas profundezas da terra. Os teus olhos viram o meu corpo ainda informe; e no teu livro todas estas coisas foram escritas; as quais em continuação foram formadas, quando nem ainda uma delas havia” (Sl 139.13-16).
Este texto não revela que Deus fez uns mais fortes e outros mais fracos, mas sim que fez um de cada vez, portanto, somos diferentes, mesmo sendo de uma mesma família.
Assim, por sermos diferentes, uma mesma situação traumática pode afetar profundamente um membro da família enquanto outro membro da mesma família pode não sentir qualquer abalo em suas emoções.
Há situações em que um membro da família enfrenta algum desconforto emocional causado por um trauma e, pelo fato de outros integrantes da mesma família não demonstrarem qualquer abalo pela mesma situação, aquele que sente o problema termina por não receber o devido cuidado dos demais, e às vezes recebe até algum tipo de hostilidade. Isso, além de agravar a situação daquela pessoa, pode ainda instalar um estado de conflito entre membros da família.
Não iremos entrar no mérito das razões pelas quais, numa mesma família, uns são mais e outros menos afetados pelo mesmo trauma. É suficiente para nós sabermos que numa família as pessoas têm estruturas emocionais diferentes umas das outras. Dentre as causas mais comuns, apenas para clarear um pouco o assunto, podemos citar: origem diferente das famílias dos pais; época e circunstâncias em que uma criança foi concebida, passando pelo histórico de sua gestação; se é do sexo feminino ou masculino; se é primeiro filho ou caçula, ou ainda um filho intermediário; e outros fatores externos que se diferenciam em tempo e circunstâncias.

A influência dos pais

Além das causas citadas acima, há o histórico de afetos emocionais traumáticos de cada um gerado pelo tipo de mundo que observamos pelas “janelas” de nossa infância. Todos nós somos de alguma forma, mais ou menos intensa, afetados pelo relacionamento com nossos pais. É deste relacionamento que adquirimos nossos maiores traumas, por exemplo:
- Pais eternamente insatisfeitos: com as notas da escola, no desempenho nos esportes, na igreja, nos trabalhos, e em outras áreas específicas. Por exemplo: uma criança se esforça e tira nota 9,0 na prova. Alguns pais ao receberem o boletim, dizem: “com um pouco mais de esforço este nove poderia se transformar num dez”. Nestes casos, predominam as críticas em detrimento dos elogios e isso afeta profundamente nossas emoções e repercutirá por toda a vida, a menos que haja um tratamento adequado para a cura. Pais que se comportam assim provocam, sem a intenção de fazê-lo, a ira nos filhos, e a Bíblia é contra esse comportamento: "E vós, pais, não provoqueis à ira a vossos filhos, mas criai-os na doutrina e admoestação do Senhor" (Ef 6.4).
- Situação instável no lar: Em um de seus livros, o escritor inglês Charles Dickens afirmou o seguinte: "No mundo infantil, a maior dor é a da injustiça". A instabilidade emocional dos pais produz injustiça, pois a criança nunca sabe que reação obterá deles. Esta é outra forma de sermos afetados profundamente em nossas emoções.
  
No entanto, mesmo que apenas um dos membros da família esteja vivenciando algum tipo de dificuldade em suas emoções, toda a família será afetada. Por isso dizemos que numa família, se um fica doente, todos “adoecem” juntos.

Superação e transformação pós-traumática

Todo trauma, seja físico ou emocional, pode ser administrado de forma a ser usado como fator de motivação para transformação da pessoa afetada. Para isso, tal pessoa precisa ser acolhida, compreendida e incentivada a fazer as mudanças necessárias. Mas, infelizmente, muitas famílias aprofundam as raízes dos traumas, aumentando drasticamente seus efeitos na pessoa afetada e trazendo ainda mais sofrimento a todos no lar.

A Bíblia fala de transformações de prantos em alegria: “... e tornarei o seu pranto em alegria, e os consolarei, e lhes darei alegria em lugar de tristeza” (Jr 31.13b). Deus não vê uma pessoa caída, ou afetada por tristezas e doenças, como derrotada, mas Ele anuncia a transformação. No entanto, tal transformação carece de atenção por parte da família e cuidados especiais a fim de oferecer à pessoa traumatizada um ambiente de apoio e não de críticas.
Deus fica satisfeito com qualquer pessoa que se esforça para transformar dores e tristezas em vitória: “Não to mandei eu? Esforça-te, e tem bom ânimo; não temas, nem te espantes; porque o SENHOR teu Deus é contigo, por onde quer que andares" (Js 1.9). Ele também se alegra com aqueles que se põem ao lado dos que precisam, para prestar-lhes ajuda.
    

A ajuda certa!

Sem dúvida alguma a ajuda principal e indispensável para qualquer grau de trauma é a que vem do alto.
Deus nos manda clamar: “Clama a mim, e responder-te-ei, e anunciar-te-ei coisas grandes e firmes que não sabes” (Jr 33.3). Naturalmente que esse clamor se aplica a qualquer situação em que precisemos de ajuda. E uma das maneiras de Deus responder o nosso clamor é nos dando médicos, como disse Jesus: “Não necessitam de médico os sãos, mas, sim, os doentes” (Mt 9.12b).
Dependendo do grau do trauma faz-se necessário ajuda profissional. As enfermidades emocionais são semelhantes às físicas, ou seja, há doenças físicas que resolvemos sozinhos, como uma dor muscular que combatemos com um relaxante muscular, mas há dores físicas que requerem que consultemos um médico.
Nas emoções acontece o mesmo, uma pequena tristeza causada por uma situação que não queríamos pode ser resolvida tranquilamente por nós mesmos, mas uma depressão profunda, um estado contínuo de ansiedade, alguns complexos, e outras dificuldades emocionais requerem a ajuda de profissionais da área.

Concluindo...

Uma criança, quando está aprendendo a andar, é uma boa ilustração para o tema de hoje. Ela se entorta toda, tropeça, cai, chora, quebra coisas pela frente, mas seus pais, ao invés de repreendê-la, ficam extremamente satisfeitos e orgulhosos. É assim que Deus fica quando nos esforçamos para vencer nossos traumas. É assim que os demais integrantes da família devem ficar: pacientemente ao lado de quem precisa de ajuda. Os familiares precisam entender e se colocar ao lado de quem luta com algum tipo de trauma na família. Não se afastar, não criticar, mas apoiar com fé e paciência até que o outro supere o trauma.
De nada adianta querer tratar um membro da família com traumas emocionais sem se posicionar ao seu lado com empatia. A empatia é indispensável nestes casos. Na psicanálise, a empatia é definida como o estado de espírito no qual uma pessoa se identifica com outra, presumindo sentir o que esta está sentindo. A ajuda a um membro da família que passa por um trauma não é enviá-lo ao tratamento, mas ir junto.
É de fundamental importância saber que o tratamento do trauma requer acolhimento e tratamento amoroso à pessoa afetada.
Muitas vezes o processo é demorado, requer paciência e apoio, mas tal esforço sempre vale a pena, pois a família é nosso maior bem. Ver a vitória de nossos familiares compensa qualquer esforço que se tenha que fazer para isso.

Para Pensar e Agir
1.   Por que os traumas marcam tanto uns e menos outros?
2.   Por que as experiências negativas podem traumatizar uns e outros não?
3.   Como transformar um trauma num estímulo para superação e transformação?
4.   Como conseguir ajuda para tratar os traumas?

5.   Como ajudar quem está vivendo sob traumas?

FONTE:www.batistafluminense.org.br

23/03/14

Palavra & Vida 2º Trimestre 2014


Entendendo a
importância do tema
Davi disse que seus ossos se“ressecavam” dentro dele; Elias se escondeu numa caverna e não queria sair de lá; Jesus suou sangue no Getsêmani... o que esses acon- tecimentos têm em comum?Emoções. Até o próprio Deus escolheu chegar ao limite humano dos  sentimentos a fim de que pudéssemos ser  esclarecidos sobre as coisas a que estamos sujeitos. Neste trimestre estudaremos diversos aspectos das emoções da família.    Como perceber um transtorno emocional? Como se comportar diante de um desequilíbrio em algum membro da família? Até onde nosso casamento sofre as  influências de nossas emoções? E o relacionamento pais    e filhos? Como os traumas do passado, os medos, expectativas erradas podem influenciar a criação de nossos filhos?
Todos nós sabemos que as emoções são muito importantes e que precisam de atenção privilegiada, pois no caso de desequilíbrio emocional de uma  pessoa, toda a família enfrenta os transtornos que isso causa.
 Nos relacionamentos humanos cada pessoa, antes de se relacionar com o outro, relaciona-se primeiro com si mesma, isto é: ela enfrenta seus traumas, medos, complexos,desconfianças, inseguranças, etc... para então conectar-se ao outro,
projetar este “mundo interior” no mundo exterior e, assim, a qualidade de seu relacionamento com outro vai depender de como esteja o seu equilíbrio emocional.
Uma pessoa com qualquer forma de desequilíbrio emocional vivencia conflitos que podem gerar atritos interpessoais ou intrapessoais.
A família é o ambiente onde o relacionamento torna-se mais intenso e profundo. Por isso, quando tratamos as emoções de um membro da família, estamos tratando de toda a família e proporcionando uma possibilidade de paz no lar. Qualquer alteração
emocional em um membro da família atinge todos os demais membros.

08/03/14

A IGREJA DE CRISTO


" Tu és Pedro, e sobre essa pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela"
                             MATEUS 16.18

ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL A MAIOR DO MUNDO

" O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento. Portanto rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não seja sacerdote diante de mim"
                                              Oséias 4:6 
     Primeira Igreja Batista Em São Cristóvão
        São Cristóvão- Cabo Frio
        Rua Marques de Olinda,397

27/10/13

Reforma Protestante


Reforma Protestante
A Reforma Protestante foi um movimento reformista cristão iniciado no início do século XVI por Martinho Lutero, quando através da publicação de suas 95 teses, em 31 de outubro de 1517 1 2 na porta da Igreja do Castelo de Wittenbergprotestou contra diversos pontos da doutrina da Igreja Católica Romana, propondo uma reforma no catolicismo romano. Os princípios fundamentais da Reforma Protestante são conhecidos como os Cinco solas.3
Lutero foi apoiado por vários religiosos e governantes europeusprovocando uma revolução religiosa, iniciada na Alemanha, estendendo-se pela SuíçaFrançaPaíses BaixosReino UnidoEscandinávia e algumas partes do Leste europeu, principalmente os Países Bálticos e a Hungria. A resposta da Igreja Católica Romana foi o movimento conhecido como Contra-Reforma ou Reforma Católica, iniciada no Concílio de Trento.
O resultado da Reforma Protestante foi a divisão da chamada Igreja do Ocidente entre os católicos romanos e osreformados ou protestantes, originando o Protestantismo.