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OBJETIVO DESTE BLOG É ENSINO DA PALAVRA DE DEUS E DIVULGADOR DAS SANTAS ESCRITURAS. OBJETIVO TAMBÉM É DIVULGAR E PROMOVER A EBD, TRAZENDO IDEIAS E NOTÍCIAS DESTA TÃO IMPORTANTE ORGANIZAÇÃO DA IGREJA. QUE DEUS NOS ABENÇOE.

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21/08/16

Lição 9 – O destino de todos






Lição 9 – O destino de todos 
Texto Bíblico: Eclesiastes 9.1-12

 Para começar...

  A vida e seus caminhos podem diferenciar homens e mulheres, mas o seu fim é exatamente o mesmo. Ler o capítulo 9.1-12 do livro de Eclesiastes parece ser contraditório aos demais capítulos, mas, se a vida é contraditória, como que nós não seremos. Quem faz a vida somos nós, a contradição é inevitável!
  As nossas diferenças são restritamente biológicas, culturais, sociológicas e emocionais, porque no que diz respeito à nossa condição humana, finitude e limitação somos todos "farinha do mesmo saco". A vida revela o espetáculo da humanidade caída!
  O pregador aborda algumas coisas interessantes que precisamos pensar a partir do que já vimos até aqui, somando com o que vemos no capítulo que estamos refletindo. Permita-se!

1 – O homem debaixo do sol
  Este é o homem natural, isto é, o homem limitado, um homem entregue a si mesmo, seguindo as suas próprias vontades e desejos, como já vimos. Um homem que busca simplesmente atender o seu ego e nada mais. Não existe nenhum homem na face da terra que não busque satisfazer seus desejos e por eles se guiar. Eis um dos fenômenos inevitáveis de nossa condição. 
O homem debaixo do sol busca em toda a sua vida três coisas gerais: 1) estudar – deseja descobrir algo novo (Ec 1.4-11), quem sabe filosofia ou sociologia (Ec 1.17-18); 2) se divertir (Ec 2.1-2); e 3) trabalhar para prosperar (Ec 2.4-11).
  O homem está sempre à procura dessas coisas e de outras tantas, porque nunca está plenamente contente, satisfeito, completo, farto. Há, por natureza, um vazio enorme que o homem tenta preencher de diversas formas, tentando sempre se completar. Essa incompletude humana revela a nossa busca por sentido e significado. Quem escreveu sobre essa questão de forma elucidativa foi Viktor Frankl no livro "Em busca de sentido”, quando afirmou numa frase bem conhecida: “Quem tem um ‘porque', enfrenta qualquer ‘como’".
A fragilidade existencial não está em buscar o que todos buscam, mas em só buscar o que todos buscam, como se a vida se limitasse aos nossos desejos e vontades. Viver em torno de desejos é perder a oportunidade de viver as surpresas. Há vida além da satisfação dos desejos. Nós não somos só desejo, como diz a canção popular, no entanto, o homem debaixo do sol tende a seguir seus próprios desejos. O que não podemos é nos esquecer também da possibilidade da esperança, e esta como a última coisa que morrerá, nos propiciando a transcendência, ou seja, a procurar sentido a partir do Eterno, ainda que vivendo nas condições existenciais que vivemos. Tente perceber a vida além do que está vendo, procure transcender!

2 - Aproxime-se do Criador e desfrute a vida
  Longe do Criador não temos a mesma possibilidade de uma vida sábia, moderada e equilibrada. O sábio chegou à conclusão disso no fim da vida, fazendo uma ressonância de sua história. O fim é o mesmo: caixão e morte. A vida precisa ser bem vivida, vivida com sabedoria, para sermos construtores de pontes e não de abismos. A sabedoria não mudará o nosso fim, mas poderá nos oferecer uma vida com qualidade, ainda que considerando todas as nossas contradições. O fim nunca mudará, no entanto, a trajetória poderá ser a partir de outros princípios e valores, o que fará todo sentido para quem escolheu ser sábio.
  A vida com temor é uma vida com total condição de ser uma vida com significado, uma vez que é uma vida acompanhada; é uma vida compartilhada; é uma vida de esperança; é uma vida dedicada ao semelhante e próxima do Criador. A vida isolada de tudo e todos revela distanciamento do Criador, por isso temos um conselho por parte do sábio que é o de aproveitar a vida ao lado da mulher que amamos; dar o nosso melhor para realizar tudo o que chegar às nossas mãos com primazia e excelência. Fazer por fazer revela falta de vontade de viver, além de ausência de presteza em servir o semelhante. Não dá para vivermos à margem da vida, alheios ao que está acontecendo, distante de quem partilha a vida conosco. Dê o seu melhor e não viva preguiçosamente!
  A certeza da morte, que é para todos, deve nos mover à alegria, seja nos instantes de lazer, ou até mesmo nas incertezas e desilusões. O ânimo para desfrutar a vida deve ser encontrado até quando sentimos o cheiro de morte. Por mais que alguém esteja desanimado e entristecido, com crise de identidade e problemas emocionais, perto da morte ele quererá ainda viver. A angústia que sentimos não diz tudo o que é a vida, muito menos, do que é a não vida. Por essa razão, tirar a vida antes do tempo não é coisa para nos ocuparmos. Enquanto há vida, há esperança, alegria e experiências boas. A vida sempre será infinitamente mais rica do que qualquer valor que queiram dar a ela, como tentativa de melhorá-la. A vida é fonte inesgotável de riqueza; viver é um privilégio sem fim.

3 – Tenha em mente o juízo 
A ideia do juízo traz em nós o senso da nossa nudez diante do Criador. Diante dEle, não há espaço para palavras fingidas, comportamentos do tipo “faz de contas”, acordos espúrios, hábitos pecaminosos, pensamentos impróprios. Tudo se passa diante do Criador, sem barreiras ou cortinas. Ele é Eterno, logo, conhece a nossa hora. É isso mesmo, Ele conhece a hora que deixaremos de ter hora, ou seja, a hora da nossa morte. 
Percebo que o sábio demonstra a sua reverência ao Criador quando sabe que seus dias de tédio também foram conhecidos diante de Deus. Saber que Deus sabe é confortante para qualquer ser que esteja aflito, ou que esteja vivendo repleto de interrogações dia a após dia. A morte revela, é claro, um certo medo. Medo talvez por não dominar a forma como isso acontecerá. O conforto para essa aflição está no juízo, por isso, nunca se esqueça do juízo. O juízo revela a soberania do Eterno, até mesmo sobre a morte!
Ao que me parece, a experiência de Deus é mistério para nós. Mesmo com tanta coisa escrita, Deus ainda é algo a nos inquietar, assim como todo o mistério da vida. Rudolf Otto, teólogo alemão, trata sobre isso no seu livro “O sagrado”, considerando Deus – que ele aborda como “o numinoso” – como o misterium tremendum et fascinans. Isso quer dizer que Deus é um mistério que ativa em mim temor, mas também fascínio. Não podemos dominá-lo, manipulá-lo, uma vez que é “o totalmente outro” – expressão também do teólogo.

 Para pensar e agir...
1 – Vemos, neste capítulo, uma aparente contradição na filosofia do sábio, porque, de fato, a vida é por demais contraditória mesmo (Ec 9.11-12). Coisas boas acontecem com todos, inclusive com pessoas más. Coisas ruins acontecem com todos, inclusive com pessoas que fazem o bem. O sábio demonstrou claramente esse aspecto da vida.
2 – Salomão quer dizer que o destino é o além. Sete palmos abaixo da terra. Não está discutindo vida após a morte pelos caracteres do Novo Testamento: céu, vida eterna, etc. Não está contradizendo outros textos bíblicos, apenas chegou à conclusão de que a vida ama a morte e, em um dado momento, casa-se com ela por tanto amá-la.
3 – Para terminar, pensemos numa coisa: como você acha que pode ser a recompensa do sábio a partir da leitura do Eclesiastes? Talvez essa recompensa seja aproveitar a vida todos os dias, inclusive com a mulher que amamos (Ec 9.9). Uma das formas de aproveitar a contradição da existência é aproveitar enquanto podemos. O fim está próximo, não no sentido escatológico, mas no sentido de que ninguém escapará da morte. Portanto, aproveite caro amigo!
                                          BOA AULA
Fonte: Revista Palavra e Vida - Convenção Batista Fluminense. 

17/07/16

CELEBRANDO A RECUPERAÇÃO NA EBD



Primeira Igreja Batista Em São Cristóvão
Rua Marquês de Olinda-397
São Cristóvão
Cabo Frio RJ.

02/07/16

Aula Inaugural do 3º Trimestre-16

                                                                                                                                                          

VENHA ESTUDAR A BÍBLIA CONOSCO.
PRIMEIRA IGREJA BATISTA EM SÃO CRISTÓVÃO
SÃO CRISTÓVÃO-CABO FRIO-RJ
RUA MARQUÊS DEOLINDA -397.

Pensamento sobre a Bíblia


LIVRO ECLESIASTES OU PREGADOR


24/06/16

RESGATANDO A EDUCAÇÃO RELIGIOSA NA IGREJA


RESGATANDO A EDUCAÇÃO RELIGIOSA NA IGREJA

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      “O ministério docente da igreja, sob a égide do Espírito Santo, compreende o relacionamento de Mestre e discípulo, entre Jesus Cristo e o crente.
 1 – A palavra de Deus é o conteúdo essencial e fundamental nesse processo e no programa de aprendizagem cristã. 
2 – O programa de educação religiosa nas igrejas é necessário para a instrução e desenvolvimento de seus membros, a fim de “crescerem em tudo naquele que é a cabeça, Cristo”. Às igrejas cabe cuidar do doutrinamento adequado dos crentes, visando à sua formação e desenvolvimento espiritual, moral e eclesiástico, bem como motivação e capacitação sua para o serviço cristão e o desempenho de suas tarefas no cumprimento da missão da igreja no mundo”.1
   A Declaração doutrinária da Convenção Batista Brasileira enfatiza a necessidade de um Programa de Educação Religiosa que promova o ensino da Palavra de Deus como base de nossa fé,o essencial amadurecimento do crente e o crescimento de toda a Igreja. Mas se esta é uma ênfase doutrinária, por que  nos afastamos tanto, deixando Ensino Religioso em segundo plano?
       Olhamos muito para os modelos de crescimento de Igrejas, que são importantes,mas esquecemos de que todo esse crescimento precisa da base sólida do conhecimento bíblico, comprometimento com o discipulado e treinamento de vocacionados e líderes.
E somente com um planejamento de Educação Religiosa a Igreja poderá alcançar um crescimento que produza realmente discípulos.
        Como então resgatar a Educação Religiosa na Igreja?
     Em Primeiro lugar, resgatando o Educador Religioso. Quero lembrar aqui nestas linhas quem é, e quais são as atribuições do Educador Religioso.“Pessoa vocacionada por Deus e confirmada
pela Igreja para atuar especialmente no ministério na área de Educação Religiosa, preferencialmente com formação em Educação Religiosa e/ou Teologia com habilitação em Educação
Religiosa. Atribuições Gerais: 
1 – Ser responsável diante da Igreja e do Pastor pela área de Educação Religiosa, orientando no planejamento, realização e avaliação de um programa compreensivo de Educação. 
2 –Contribuir, atuando, para alcançar os objetivos da Igreja. 
3 – Servir como coordenador da Estrutura Educacional da Igreja para que haja coesão no planejamento e execução, buscando unidade para evitar conflitos e duplicação de esforços.
4 – Criar entre os membros da Igreja uma consciência da importância dos diferentes ministérios, levando-os a um envolvimento pessoal e responsável.
5 – Planejar e realizar projetos de capacitação dos membros da Igreja. 
6– Trabalhar, com o pastor, e outros líderes da Igreja no sentido de descobrir potencial de liderança. 
7 – Participar do planejamento geral da Igreja”.2
      Há muitos Educadores que estão nos bancos de nossas igrejas aguardando uma oportunidade para desenvolver aquilo que aprenderam nos seminários. Podem trabalhar de tempo integral ou parcial. Podem contribuir para o desenvolvimento de um planejamento mais amplo, adequando os modelos de crescimento ao que a Educação Religiosa oferece às Igrejas.
       Também é de suma importância para este projeto de resgate a revitalização da Escola Bíblica (que se reúne domingo, mas pode ser na segunda, terça, quarta, etc...), com um planejamento adequado, dentro da realidade de sua Igreja, buscando uma literatura que atinja as necessidades dos alunos e
promova um interesse do professor em se aperfeiçoar.
       Vamos unir forças para resgatar a importância da Educação Religiosa nas Igrejas! Para isso, contamos com os pastores, educadores, professores, alunos e membros de nossas Igrejas.Se você tem alguma sugestão para melhorar a Educação Religiosa em nossas Igrejas, escreva-nos: 
educacaoreligiosa@batistafluminense.org.br.  
Pr. Marcos Zumpichiatte Miranda
Redator da Revista Palavra & Vida
Diretor do Departamento de Educação

Religiosa da CBF
Fonte: Revista Palavra e Vida da Convenção batista Fluminense.
1 - Declaração Doutrinária da Convenção Batista Brasileira - Página 10 - XIV- Educação Religiosa
2 - Projeto de Perfil e atribuições dos Educadores Religiosos produzido pela AERBB e revisado pelos educadores religiosos
fluminenses reunidos por ocasião da Assembleia da CBF em São Gonçalo, dia 25/07/99.

21/06/16

Revista Palavra e Vida - 3º Trimestre 2016


Apresentação

         O livro do Eclesiastes é um livro de sabedoria que retrata a vida de um rei sábio, chamado Salomão. Percebo que hora é o personagem principal, mas hora ele retrata alguma postura que não entende ser a mais prudente, sugerindo até comportamentos e atitudes.
         As lições pretendem elucidar em forma de reflexões cada capítulo do Eclesiastes, não pretendendo entrar em questões técnicas, de linguística e etc. A proposta é tratar o Eclesiastes como “o diário de um sábio”, analisando a nossa vida hoje pelos indicativos do pregador.
         O texto do Eclesiastes em geral não é um texto tão simples de compreendermos, por isso, estamos diante de um grande desafio. Os contextos histórico, geográfico, político e religioso diferem do nosso, mas com dependência do Senhor e vontade de aprender, encontraremos êxito em nosso propósito de estudar este maravilhoso livro.
         Convido você, amado leitor e irmão em Cristo, para que durante este novo trimestre, sua mente e coração estejam disponíveis para refletir a partir de um tema tão central no Eclesiastes que é a sabedoria, pensando, avaliando e, sobretudo, aplicando as verdades desta valiosa porção da Palavra de Deus.
                   Seja bem-vindo às lições do diário do sábio vaidoso, do rei invejável, mas do amigo da sabedoria!

 

Culto de Adoração