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OLÁ MEUS AMIGOS,MEU NOME É JOSÉ AUGUSTO CASADO COM LÍDIA,SOU CABOFRIENSE ,BRASILEIRO,SOU CRISTÃO- MEMBRO DA 1ª IGREJA BATISTA EM SÃO CRISTOVÃO-C.FRIO SOU APAIXONADO PELO ENSINO DA PALAVRA DE DEUS E DIVULGADOR DAS SANTAS ESCRITURAS. OBJETIVO DESTE BLOG É DIVULGAR E PROMOVER A EBD, TRAZENDO IDEIAS E NOTÍCIAS DESTA TÃO IMPORTANTE ORGANIZAÇÃO DA IGREJA. QUE DEUS NOS ABENÇOE.

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27/07/14

Lição 5– Faça do dízimo o ponto de partida


























           Lição 5– Faça do dízimo o ponto de partida

Texto base: Hebreus 7.1-9

INTRODUÇÃO

Os escritores do Novo Testamento se ocupam muito pouco acerca do dízimo. Fazem não mais do que nove referências ao dízimo, sendo seis no texto base desta lição. As outras três, estão em Lucas 18.12, numa referência crítica de Jesus ao farisaísmo, e nas passagens paralelas de Mateus 23.23 e Lucas 11.42. No Velho Testamento, encontramos mais de 40 passagens a respeito do dízimo, indicando, inicialmente, uma prática universal e depois uma exigência da Lei Mosaica. Os povos de todo o mundo, independentemente do seu credo religioso, sempre ofereceram dádivas aos seus deuses. O percentual da Lei Mosaica não é exclusivo dos judeus. Há registros do pagamento de dízimos na história dos egípcios, dos gregos e de povos da Mesopotâmia, sempre como forma de dar sustento aos cultos e ao sacerdócio.
Nesta lição, iniciaremos uma abordagem sobre o dízimo como o ponto de partida, na contribuição do cristão para o Reino de Deus.

ABRAÃO DÁ O DÍZIMO DE TUDO

E bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou seus inimigos em suas mãos. E Abrão lhe deu o dízimo de tudo” (Gênesis 14.20).
Esta é a primeira narrativa sobre dízimo na Bíblia. O Patriarca Abraão – aqui ainda chamado de Abrão – voltava de uma vitoriosa batalha com quatro reis, trazendo consigo grandes fortunas como presas. O sacerdote-rei de Salém, Melquisedeque, vem ao seu encontro e o abençoa em nome de El Elion, O Deus Altíssimo, o possuidor dos Céus e da Terra. Em seguida, “Abrão deu-lhe o dízimo de tudo”.
É importante notar, que o texto não diz que Abraão deu o dízimo como reconhecimento pela vitória militar alcançada, como tributo, ou por temor. A motivação do patriarca é encontrada em 15.6: “Abrão creu no Senhor, e isso lhe foi creditado como justiça”. Justificação pela fé! A fé foi o motivo da dádiva. O contexto nos ajuda nesta compreensão. O rei de Sodoma ofereceu os despojos, ou seja, os restos a Abraão, que lhe respondeu: “De mãos levantadas ao Senhor, o Deus Altíssimo, Criador dos céus e da terra, juro que não aceitarei nada do que lhe pertence, nem mesmo um cordão ou uma correia de sandália, para que você jamais venha a dizer: Eu enriqueci Abrão” (Gn14.22-23). O patriarca da fé não queria as riquezas de Bera, rei de Sodoma, a capital da iniquidade. Seu galardão era o Senhor: “Depois dessas coisas o Senhor falou a Abrão numa visão: Não tenha medo, Abrão! Eu sou o seu escudo; grande será a sua recompensa!(Gn 15.1).

          A segurança e a riqueza de Abraão é o seu Deus, que é o Criador e possuidor dos céus e da terra. Ele tem toda a riqueza espiritual, além de toda a riqueza material necessária. Seu dízimo atesta a sua fé, confiança e segurança em Deus.

O SACERDÓCIO DE CRISTO É SUPERIOR AO SACERDÓCIO LEVÍTICO

O texto bíblico desta lição trata da superioridade do sacerdócio de Cristo sobre o sacerdócio levítico. Dentre outros argumentos, o autor fala da superioridade de Melquisedeque sobre Levi. O curioso argumento é o seguinte: Levi é descendente de Abraão, que deu o dízimo a Melquisedeque. Logo, Melquisedeque é superior a Abraão, e ao seu bisneto Levi. Melquisedeque é o protótipo de Cristo, que é superior a Levi. Portanto, o sacerdócio de Cristo é superior ao sacerdócio levítico.
          Em Hebreus 11, vemos que Abraão, Isaque, Jacó, bem como Abel, Noé, José e todos os patriarcas, viveram, lutaram, venceram e “morreram na fé”. A fé que animava o coração de Abraão era a fé no ungido de Deus, que brotava da sua semente para ser a bênção de todas as famílias da terra.
          Os sacrifícios da Antiga Aliança também eram proféticos, que apontavam para Cristo. Para sustentar esse culto-esperança, é que os israelitas davam os seus dízimos. Era pela fé. Quando a fé vacilava, os dízimos eram sonegados, roubados. “Pode um homem roubar de Deus? Contudo vocês estão me roubando. E ainda perguntam: ‘Como é que te roubamos?’ Nos dízimos e nas ofertas” (Ml 3.8).
 A conclusão que se impõe, a menos que queiramos desconhecer o elo que liga Melquisedeque, o culto levítico, a páscoa e o próprio Israel à esperança messiânica, é que Cristo era o objeto último de todos os dízimos. Entregar os dízimos e sustentar o culto era manter acesa a chama da esperança messiânica.
A mesma fé que movia os fiéis da Antiga Aliança a adorarem a Deus com os seus dízimos – a fé no Messias prometido, move também o coração dos cristãos à mordomia total: a fé no Salvador e Senhor Jesus Cristo. É Ele quem nos assegura todas as coisas necessárias para o engrandecimento do Seu nome.

DÍZIMO LEGALISTA, SEM FÉ, NÃO É BÊNÇÃO

A alguns que confiavam em sua própria justiça e desprezavam os outros, Jesus contou esta parábola: Dois homens subiram ao templo para orar; um era fariseu e o outro, publicano. O fariseu, em pé, orava no íntimo: Deus, eu te agradeço porque não sou como os outros homens: ladrões, corruptos, adúlteros; nem mesmo como este publicano. Jejuo duas vezes por semana e dou o dízimo de tudo quanto ganho. Mas o publicano ficou à distância. Ele nem ousava olhar para o céu, mas batendo no peito, dizia: Deus, tem misericórdia de mim, que sou pecador. Eu lhes digo que este homem, e não o outro, foi para casa justificado diante de Deus. Pois quem se exalta será humilhado, e quem se humilha será exaltado" (Lc 18.9-14).

Jesus conta a respeito de um fariseu que jejuava duas vezes por semana, dava o dízimo de tudo, porém desceu para a sua casa sem ser justificado. A oração do fariseu caiu no vazio, mesmo sendo ele um dizimista rigoroso, por causa do seu orgulho, da sua autojustificação, da sua autoconfiança e sua falta de fé. Seu problema espiritual era que ele dava o seu dízimo, mas não dava o seu coração e sua fé.
Devemos atentar para qual tem sido o nosso posicionamento quando depositamos as nossas ofertas e dízimos diante de Deus. É a fé que justifica e galardoa, não as obras. Deus não nos recompensa por sermos bons. Muito menos por darmos ofertas ou dízimos em valores maiores que as demais pessoas. Esse legalismo não deve encher o coração de um cristão.

ATITUDES QUE AGRADAM A DEUS

Cada um dê conforme determinou em seu coração, não com pesar ou por obrigação, pois Deus ama quem dá com alegria” (2Co 9.7).

O apóstolo Paulo diz que o Senhor se agrada do cristão que oferta com voluntariedade e com alegria, não daquele que oferta apenas para cumprir uma imposição religiosa, com medo de ser amaldiçoado por Deus. O verdadeiro cristão adotará atitudes que agradarão a Deus, o seu Senhor, e se tornará conhecido pelo amor, pela fé, pela obediência e pela submissão a Ele.
Assim, também, o dizimista aprende as mais belas lições: a superar as amarras do egoísmo, a desapegar-se do que é material, a amar a igreja e a comunidade onde vive, a perseverar diante das dificuldades, a partilhar o que tem com o próximo, a dar com alegria para o reino de Deus e, a vencer a insegurança.
Dizimar nos torna mais fortes porque requer coragem, perseverança, responsabilidade e compromisso. O dízimo como oferta agradável a Deus é acompanhado do compromisso de justiça, fidelidade e misericórdia. Assim, através do dízimo dividimos os nossos dons: aprendemos a partilhar o nosso amor, a nossa compreensão, o nosso cuidado, a nossa honestidade e a nossa inteligência.

CONCLUSÃO

Com muita frequência, encontramos crentes que ponderam a validade do dízimo, alegando que se trata de uma prática da lei mosaica, do Antigo Testamento. O dízimo não foi instituído pela lei mosaica. Séculos antes de Joquebede deixar Moisés em seu cestinho betumado às margens do Nilo, o dízimo já era praticado como expressão de fé e de adoração a Deus. Pelo menos 430 anos antes! Não se trata, portanto, de uma instituição da lei mosaica.
O sacerdócio de lei incorporou uma prática universal de expressão da fé para o sustento do culto profético e do seu respectivo sacerdócio, mas não foram os levitas que criaram o dízimo, nem foram os levitas que criaram a dádiva dos bens como expressão de adoração. Desde Abel, os homens oferecem seus bens a Deus, como expressão de culto.

Para refletir:

·       Qual tem sido a minha oferta para o Deus que me criou e que me possui?

·       Tenho seguido o exemplo deixado por Abraão?


·       Em quem tenho depositado a minha fé?

Fonte: Revista Palavra & Vida da Convenção Batista Fluminense. 

08/03/14

A IGREJA DE CRISTO


" Tu és Pedro, e sobre essa pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela"
                             MATEUS 16.18

ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL A MAIOR DO MUNDO

" O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento. Portanto rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não seja sacerdote diante de mim"
                                              Oséias 4:6 
     Primeira Igreja Batista Em São Cristóvão
        São Cristóvão- Cabo Frio
        Rua Marques de Olinda,397

27/10/13

Reforma Protestante


Reforma Protestante
A Reforma Protestante foi um movimento reformista cristão iniciado no início do século XVI por Martinho Lutero, quando através da publicação de suas 95 teses, em 31 de outubro de 1517 1 2 na porta da Igreja do Castelo de Wittenbergprotestou contra diversos pontos da doutrina da Igreja Católica Romana, propondo uma reforma no catolicismo romano. Os princípios fundamentais da Reforma Protestante são conhecidos como os Cinco solas.3
Lutero foi apoiado por vários religiosos e governantes europeusprovocando uma revolução religiosa, iniciada na Alemanha, estendendo-se pela SuíçaFrançaPaíses BaixosReino UnidoEscandinávia e algumas partes do Leste europeu, principalmente os Países Bálticos e a Hungria. A resposta da Igreja Católica Romana foi o movimento conhecido como Contra-Reforma ou Reforma Católica, iniciada no Concílio de Trento.
O resultado da Reforma Protestante foi a divisão da chamada Igreja do Ocidente entre os católicos romanos e osreformados ou protestantes, originando o Protestantismo.