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Viersiculos

23/08/15

LIÇÃO 09 – FÉ: Certeza ou Temeridade?
































LIÇÃO 09 – FÉ: Certeza ou Temeridade?

Textos Bíblicos: Habacuque 1.1-17; 2.1-20; 3.1-19

Um fazendeiro disse ao homem que tinha um trabalho para ele e mostrou uma rocha enorme na frente de sua casa. O proprietário da fazenda explicou que ele deveria empurrar a rocha com toda a sua força. O homem começou a fazer isso dia após dia. Por meses o homem se esforçou, do amanhecer até o por do sol seus ombros empurrava a superfície da rocha enorme e fria, mas ela não se movia. Cada noite o homem retornava à sua casa, cansado, músculos doendo e se sentindo derrotado porque não havia conseguido mover a grande rocha.

Vendo que o homem estava mostrando sinais de desistência, um vizinho começou a colocar pensamentos negativos na cabeça dele. De repente o homem se achou pensando: “Você está tentando há muitos meses mover essa rocha e nunca conseguiu nada. Para que você está se desgastando? Isso aí não dará resultado nenhum”. Mais tarde, o homem começou a duvidar assim: “Será que eu deveria ter permanecido esse tempo todo? O patrão só disse para eu empurrar a rocha, ele não disse por quanto tempo. Já faz alguns anos que estou empurrando, talvez eu possa desistir agora. Pelo menos, eu não preciso empurrar o dia todo e com tanta força. Eu posso me dedicar uma parte do dia a este trabalho e passar o resto do dia fazendo outras coisas”.

Ele decidiu fazer isso mesmo, e foi conversar com o patrão: “Senhor,” ele falou, “eu trabalhei duro e por muito tempo no serviço que o senhor me deu. Eu dei toda minha força para conseguir o que o senhor queria, mas, depois desse tempo todo ainda não consegui mover aquela rocha nem um centímetro. O que está errado? Por que eu estou sendo derrotado?” O Senhor respondeu com compaixão: “Meu amigo, quando eu lhe pedi para me servir e você aceitou, eu lhe disse que sua tarefa era de empurrar aquela rocha com toda sua força, o que você fez até agora. Em nenhum momento eu disse que esperava que você movesse a rocha. Sua tarefa era de empurrar. E agora, você chega para mim pensando que fracassou? Mas, será que foi assim mesmo?” “Olhe para você mesmo,” disse o Senhor, “Seus braços estão fortes e musculosos. A musculatura das suas costas agora é bem desenvolvida e vigorosa. Suas pernas estão duras e robustas, suas mãos firmes. Enfrentando a resistência você cresceu muito e agora suas habilidades ultrapassaram em muito que você era antes. Mas, você ainda não moveu a rocha. Porém, sua tarefa não era de mover a rocha, e sim, de ser obediente e empurrar com toda a sua força. Isso você fez, e fez bem. Ao contrário de ser um fracasso, você foi bem sucedido e venceu!” Deus quer que exercitemos nossa fé e obediência. Quem move a rocha é o Senhor!
Às vezes quando ouvimos uma palavra de Deus queremos usar nosso próprio raciocínio para decidir o que Ele quer, quando o que Deus realmente quer é apenas uma simples obediência e fé nEle. Com certeza, devemos ter a fé que pode mover montanhas, mas não podemos esquecer que quem de fato move as montanhas é Deus.

Nossa lição de hoje vai tratar sobre fé nos escritos de Habacuque. Fé como certeza e não como temeridade. A temeridade é o comportamento de audácia acompanhada de imprudência e precipitação, de descuido acompanhado de erro. A convicção é baseada na clareza. O escritor aos Hebreus diz que: ... a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não veem” (Hb 11.1).

O nome Habacuque significa “abraço”. Possivelmente esse profeta era um levita, pois fazia uso de instrumentos, e era um poeta também. Viveu em uma época de angústia e dor. O sofrimento era grande; a nação vivia uma situação caótica: não havia justiça verdadeira, a violência era praticada com opressão, a nação tinha se afastado de Deus, a idolatria também era presente. O profeta estava em crise diante de tamanha situação grotesca de imoralidade e pecado. A crise do profeta é realçada no fato do Senhor o fazer ver, chamá-lo para contemplar a realidade. Não seria simplesmente para obter algum conhecimento informativo. Ver era necessário!

Habacuque foi chamado para contemplar. A situação era grave, porque a nação estava desafiando o Senhor a cumprir suas ameaças. Imagine que situação havia chegado aquela gente. A grande crise do profeta então foi esta: Será que Deus se esqueceu de suas ameaças? Por que o justo há de sofrer enquanto o perverso triunfa? Deus não responde naquele momento o porquê do profeta. Quantas vezes pensamos que Deus não cumpre. Queremos que tudo aconteça do nosso jeito, mas nosso Deus não falha.

1. O TRIUNFO DA FÉ É QUANDO A REALIDADE É BEM PERCEBIDA (Hc 1.3)

O profeta faz uma leitura da realidade, da situação caótica da nação. Foi Deus quem fez que o profeta visse a realidade desafiadora e disse: “Deus me fez ver”. Era para ele ver a opressão, a violência, o crime e a injustiça. Não podemos perder a sensibilidade ao contemplarmos a realidade do mundo e das pessoas. O mundo pode perder a sensibilidade, nós não.
O profeta, com sua sensibilidade, percebe dois problemas: o externo, que foi as nações invasoras e opressoras de Judá e o interno, que foi o afastamento de Judá do seu Deus. Estavam totalmente distantes do Senhor e, então, ele menciona que a lei não estava sendo considerada e cumprida conforme recomendação. Havia muita corrupção no meio dos magistrados (Hc 1.4). A prática do pecado havia se tornado comum, natural e habitual na vida do povo (Hc 2.4,5,15,16; 2.12,18,19).
A realidade bem percebida gerou angústia e expectativa de resposta, razão por que o profeta subiu numa torre e aguardou até que Deus mandasse a resposta (Hc 2:1). E ali permaneceu até que Deus lhe desse a resposta e a instrução para escrever.

2. O TRIUNFO DA FÉ É CONFORME A SOBERANIA DIVINA (2.1-20)

O profeta foi ousado ao dizer para o Senhor: “Até quando eu vou pedir, e o Senhor não me ouvirá?” Mais do que ousado, ele foi sincero e isso é algo primordial no nosso relacionamento com Deus. O fato de Deus não responder da maneira que queremos e no tempo que desejamos não significa que ele esteja inativo. Não! Aguardar era a recomendação (Hc 2.3).

As orações são respondidas, muitas vezes, de maneira que jamais esperamos. Ele nos surpreende. A sua resposta está além dos nossos limites de compreensão. Deus chama uma nação ímpia, os Caldeus, para ser seu instrumento de disciplina para Judá (Hc 1.6). As nações estão todas sob o domínio de Deus. O profeta descreve a crueldade dos invasores (Hc 1.7-11). Viriam com enorme violência, mas não o matariam, declara o profeta (Hc 1.12). Seria uma ação punitiva e pedagógica, mas não destruidora.

3. O TRIUNFO DA FÉ É CHEIA DE CELEBRAÇÃO 
(Hc 3.17-19)

A fé sempre é acompanhada pela celebração, afinal de contas, o justo viverá pela fé. A resposta de Deus trouxe temor, mas também conforto e consolo ao coração do profeta. Ele conseguia ver o presente prometido por Javé, mas o futuro, para Habacuque, estava bem perto de seus olhos também. Ele fez uma oração de louvor e fé, mesmo que houvesse sequidão. A fé independe de abastança, não é resultado do que acontece. Não é ter fé nas coisas e nos resultados, mas a certeza de que Deus está presente. Você pode não provar o resultado, mas pode provar Deus, experimentar o Senhor cada a dia da sua vida. Por isso, Habacuque ensina que o triunfo da fé é cheia de celebração. Alegrar-se e exaltar-se no Deus da Salvação!

PARA PENSAR E AGIR

1. Crise e dificuldades são situações presentes em nossas vidas. Ninguém vive sem experimentar momentos de agruras. Como você define esses momentos em sua vida? Tem sido verdadeiramente honesto com Deus em seus momentos de crise e tem sabido diferenciar entre blasfemar e clamar ao Senhor?

2. Você sabe lidar com o tempo de Deus para a resposta de seu clamar? O imediatismo espiritual é muito presente em sua vida ou tem aprendido a exercer a paciência e a esperança? Esperar é uma ação presente ou você desconsidera a necessidade de aguardar?

3. Como você lida com sua fé e clamor? O triunfo da fé é somente quando obtém coisas de Deus, ou sua fé é triunfante pelo fato de se relacionar com o Senhor? Como tem sido a sua fé? Apenas para obter, para ter, ou também para ser? Fé nas coisas, nos resultados ou fé em Deus? Tenha a certeza de que pode faltar o resultado, mas não faltará a causa que provê os resultados!

FONTE: PALAVRA & VIDA CONVENÇÃO BATISTA FLUMINENSE

01/07/15

Apresentação da Revista

















Os Profetas Menores são escritos antigos. Foram produzidos há mais de dois mil e seiscentos anos. E, apesar de sua antiguidade, continuam com sua mensagem atual. O que não poderia ser diferente, pois é a Palavra de Deus. Sua mensagem não envelheceu; a Palavra não envelhece. Se traçarmos um paralelo daquele tempo com o tempo atual, perceberemos que a mensagem continua atual dentro do contexto social, político e espiritual.
O que pretendemos neste trimestre, examinando esses maravilhosos escritos canônicos como parte da revelação de Deus, é tornar a mensagem profética bem próxima de todos nós. Sem perder a compreensão histórica e cultural, respondendo os aspectos isagógicos do texto que nos dará base para a interpretação, desejamos que seja uma leitura devocional e com aplicação para o nosso tempo e nossa vida pessoal.
Fazer desses escritos e sua aplicação algo discipulador é o desafio do escritor, ao considerar minuciosamente os escritos. Neste trimestre, os Profetas Menores se propõem a serem nossos discipuladores, nossos amigos diários, nossos contemporâneos e integrantes de nossa vida diária. A dinâmica sugerida é esta: faça de conta que Oséias, Joel, Amós, Obadias, Jonas, Miquéias, Naum, Habacuque, Sofonias, Ageu, Zacarias e Malaquias formam um pequeno grupo. Vamos desenvolver um bom relacionamento com esses maravilhosos homens de Deus e conhecer um pouco mais da história da Salvação no contexto profético.
É bom lembrar que "Profetas Menores" não significa de menor importância ou valor menor. São chamados de Profetas Menores devido ao tamanho de seus escritos. Vamos considerar aqui a sua ordem tradicional existente desde o Concílio de Trento. Mas, cronologicamente, podemos distribuir da seguinte maneira: Obadias (849), Joel (830), Jonas (740), Amós (760), Oséias (760) Miquéias (736), Naum (640), Habacuque (625), Sofonias (610), Ageu (520), Zacarias (520), Malaquias (430). Quero compartilhar nesses estudos alguns temas que encontramos nos escritos desses profetas. Vamos estudar sobre: compaixão, arrependimento, justiça social, solidariedade, chamado, esperança, soberania de Deus, fé, juízo, coragem, reconstrução de vidas e espiritualidade.
Quero abrir um espaço aos meus amigos leitores, sei que são muitos, mais pronto estarei on line, através do meu blog  para tirar dúvidas.
Agradeço a Deus e à Convenção Batista Fluminense pelo privilégio de fazer o que mais amo, compartilhar a Palavra do Senhor.

























14/06/15

Pequenos Grupos Multiplicadores


 Todos os dias, no templo e nas casas, não

 cessavam de ensinar e de anunciar a Jesus

Cristo” (Atos 5.42). 

































08/03/14

ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL A MAIOR DO MUNDO

" O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento. Portanto rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não seja sacerdote diante de mim"
                                              Oséias 4:6 
     Primeira Igreja Batista Em São Cristóvão
        São Cristóvão- Cabo Frio
        Rua Marques de Olinda,397

27/10/13

Reforma Protestante


Reforma Protestante
A Reforma Protestante foi um movimento reformista cristão iniciado no início do século XVI por Martinho Lutero, quando através da publicação de suas 95 teses, em 31 de outubro de 1517 1 2 na porta da Igreja do Castelo de Wittenbergprotestou contra diversos pontos da doutrina da Igreja Católica Romana, propondo uma reforma no catolicismo romano. Os princípios fundamentais da Reforma Protestante são conhecidos como os Cinco solas.3
Lutero foi apoiado por vários religiosos e governantes europeusprovocando uma revolução religiosa, iniciada na Alemanha, estendendo-se pela SuíçaFrançaPaíses BaixosReino UnidoEscandinávia e algumas partes do Leste europeu, principalmente os Países Bálticos e a Hungria. A resposta da Igreja Católica Romana foi o movimento conhecido como Contra-Reforma ou Reforma Católica, iniciada no Concílio de Trento.
O resultado da Reforma Protestante foi a divisão da chamada Igreja do Ocidente entre os católicos romanos e osreformados ou protestantes, originando o Protestantismo.