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OBJETIVO DESTE BLOG É ENSINO DA PALAVRA DE DEUS E DIVULGADOR DAS SANTAS ESCRITURAS. OBJETIVO TAMBÉM É DIVULGAR E PROMOVER A EBD, TRAZENDO IDEIAS E NOTÍCIAS DESTA TÃO IMPORTANTE ORGANIZAÇÃO DA IGREJA. QUE DEUS NOS ABENÇOE.

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24/07/16

LIÇÃO 5 - RELIGIOSIDADE X REVERÊNCIA





LIÇÃO 5 - RELIGIOSIDADE X REVERÊNCIA
Texto Bíblico: Eclesiastes 5.1-7



INTRODUÇÃO:

Pensar sobre religião ou sobre a religiosidade é algo enigmático e complexo. Há diversas religiões, bem como, inúmeras expressões de religiosidade. Há religiões e religiosidades para todo gosto. Algumas até similares, outras nem tanto; algumas ainda completamente excludentes e antagônicas.
O que está em questão aqui é a diferença tênue entre a reverência – que é sugerida no texto – e a religiosidade, abordada muitas vezes como algo mecanizado e frio. O pregador sinaliza algumas coisas interessantes nesse capítulo a respeito da presença do Criador e do nosso relacionamento com Ele.

1 – Precisamos de reverência diante do 

Criador (Ec 5.1)

O que significa reverência? Gosto da sugestão de Harold Kushner: “O mundo me afasta de Deus; a reverência me aproxima dele”. Reverência é reconhecimento da existência do Criador. É viver sob a ótica de Sua existência.

O culto, no contexto do Antigo Testamento, era algo bem processual, onde a ideia da presença de Deus manifestada era bem nítida e que não poderia ser banalizada. A indicação do verso é: “Guarda o teu pé”, que significa uma reverência na casa de Deus, pois o culto e seus elementos litúrgicos eram sagrados.

A vida é o culto! Jesus Cristo disse à mulher samaritana que “Deus é espírito e deve ser adorado em espírito e em verdade” (Jo 4.24).

Banalizar a presença de Deus é tratá-lo como qualquer coisa menos importante do que aquilo que me retira da ideia da reverência a Ele.

Quando há essa reverência na vida, há uma atenção especial à voz do Criador. Podemos ouvi-la mesmo nas estranhezas da vida, nos contratempos do cotidiano, no desenvolvimento de nossos sonhos. Reverência ao Criador não pressupõe ausência de lutas. Reverenciar o Criador é oportunidade única de quem o percebe em todos os momentos.
Como contrário à reverência, temos a religiosidade, que se evidencia em fazer as mesmas coisas sempre, sem algum sentido ou atitude reflexiva. Reverência é cuidar da vida a tal ponto de conseguir ouvir a cada momento a voz do Criador, que muitas vezes se manifesta contrária à nossa dita reli-giosidade, que inúmeras vezes é vazia e sem vida!

2 – Precisamos pensar em tudo o que falamos

 ao Criador (Ec 5.2)

O Eclesiastes se preocupa com o que sai da nossa boca e chama de votos ao Senhor. Votar uma coisa e não cumprir é religiosidade fria e sem vida, que não traz responsabilidade pela reverência na vida. Nunca se esqueça do que cantou, disse ou fez diante do Criador.
Não digas aquilo que não possas cumprir. Reverencie a Deus a ponto de não banalizá-lo.

Jesus disse que “a boca fala do que o coração está cheio” (Mt 12.34)
mas às vezes falamos algumas coisas produzidas por uma emoção momentânea que não suportaremos cumprir daqui a algum tempo. E se a boca declara do que há no coração, então há muita religiosidade abrigada lá. As palavras justificam, mas também condenam; elas têm poder de abençoar e amaldiçoar; elas mandam matar, mas também fazem o bem; elas ferem, mas curam; elas paralisam uma pessoa, mas também libertam quem desejar; elas trazem o desabafo do peito, mas também a alegria de uma vitória. As palavras precisam ser usadas com cuidado e reverência, para não ser uma prática de corações religiosos diante do Criador e das pessoas.

3 – Precisamos discernir com sabedoria os 

nossos sonhos (Ec 5.3)


A vida repleta de atividades e de muito trabalho provoca uma noite de muitos sonhos. Estes, por sua vez, não passam de uma fuga natural para aliviar a mente, devido a ansiedade adquirida durante todo o dia de trabalho.

O discernimento está na habilidade que devemos ter na administração dos sonhos, entendendo que nem tudo expressa a realidade da vida, que nem todo sonho quer dizer alguma coisa para o presente, que sonhar faz parte do trabalho da psique humana.

Assim como os muitos sonhos, devemos tomar cuidado com as muitas palavras que advém da multidão. Nem sempre a multidão tem razão, nem sempre a maioria tem razão, nem sempre ouvir os sonhos e então tomar decisões é o mais sensato. Buscar discernimento é, antes de tudo, desistir de normatizar a sabedoria, seja por sonho, revelação ou por qualquer outro método.

4 – Precisamos cumprir os nossos votos 

(Ec 5.4-5)


Fazer um voto a Deus revela questões sérias em nossa espiritualidade, assim como dar a palavra a alguém, e pedir que essa pessoa confie nela. Dar a sua palavra e não cumprir revela tolice, eis a afirmação do pregador.

A grande questão está no verso anterior (Ec 5.3), quando a advertência é não acreditar em tudo o que se ouve e nem oferecer votos mediante a tudo o que se sonha. Quando há prudência aqui, haverá também na relação com Deus.

Não é errado oferecer algum voto, mas sim, oferecer e não cumprir (Ec 5.5), uma vez que pode revelar subtração de caráter, bem como, pouca importância ao relacionamento com Deus, que podemos também chamar de reverência diante do Criador.

5 – Precisamos dominar a nossa boca (Ec 5.6)


A nossa boca, digamos também: a nossa língua, pode nos levar a ruínas ou a lugares mais firmes. A ideia é que não permitamos que sejamos dominados e venhamos a passar vergonha devido aos votos não cumpridos.
A vida não leva em conta nossos erros, nos dando uma segunda chance.
As pessoas a quem damos a nossa palavra, pouco se importa com os nossos contratempos. É melhor ficar em silêncio e nada dizer do que dizer e não poder cumprir.

O grande desafio é domar a nossa ansiedade, o nosso ímpeto de querer dizer sempre alguma coisa – seja a Deus, ao filho ou até mesmo ao cônjuge – e preferir o silêncio muitas vezes. O melhor é não cair na tentação de votar e não cumprir, pecando com a boca, levando o sofrimento à própria carne.

6 – Precisamos tomar cuidado com a vaidade

 das palavras (Ec 5.7)

Tudo o que é humano é contraditório, portanto, perigoso. Os sonhos, como já vimos, podem relevar nosso distanciamento da sabedoria, quando o tomamos como a base de nossas resoluções. O mesmo cuidado com os sonhos
Devemos ter com as nossas palavras, ou melhor, com os nossos votos e promessas.

As nossas palavras revelam sumariamente a nossa vaidade. Basta que numa roda seja a nossa vez de falar, então, o nosso peito infla e o nosso ego canta, a fim de que todos nos ouçam e sejamos o centro das atenções.

O apelo do pregador é: “teme a Deus”. O temor do Senhor é o padrão da piedade dos hebreus, a centralidade da espiritualidade do

Antigo Testamento. É o temor a Deus que nos fará ponderar acerca dos nossos votos, que nos fará refletir antes de fazermos as nossas promessas, de darmos a nossa palavra. Tema a Deus antes de tudo!

Para pensar e agir:

1– Seja na liturgia, seja na vida, precisamos vencer a religiosidade incoerente entre a teoria e a prática; entre as palavras e as ações; entre o pensamento e o viver diário. Alguém já disse que: “Se não há culto na vida, não haverá vida no culto”. A vida precisa ser litúrgica, um autêntico culto ao Eterno, ain-da que seja para confessar nossas mazelas.

2– A nossa reverência não pode estar limitada à prática do culto, com dia e hora marcados, mas precisa extrapolar esses limites, bem como, caminhar na direção oposta aos votos não cumpridos e a irreverência diante do Criador. Deus precisa fazer parte de todo o nosso conjunto existencial e sua vontade precisa nos afetar!

3– A pergunta que faço é: o que significa reverência para você?
Você reverencia Deus nos seus negócios, relacionamentos, trabalho e estudos? O que essa reverência tem a ver com a sua vida?

Fonte: Revista Palavra e Vida- Convenção Batista Fluminense


17/07/16

CELEBRANDO A RECUPERAÇÃO NA EBD



Primeira Igreja Batista Em São Cristóvão
Rua Marquês de Olinda-397
São Cristóvão
Cabo Frio RJ.

02/07/16

Aula Inaugural do 3º Trimestre-16

                                                                                                                                                          

VENHA ESTUDAR A BÍBLIA CONOSCO.
PRIMEIRA IGREJA BATISTA EM SÃO CRISTÓVÃO
SÃO CRISTÓVÃO-CABO FRIO-RJ
RUA MARQUÊS DEOLINDA -397.

Pensamento sobre a Bíblia


LIVRO ECLESIASTES OU PREGADOR


24/06/16

RESGATANDO A EDUCAÇÃO RELIGIOSA NA IGREJA


RESGATANDO A EDUCAÇÃO RELIGIOSA NA IGREJA

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      “O ministério docente da igreja, sob a égide do Espírito Santo, compreende o relacionamento de Mestre e discípulo, entre Jesus Cristo e o crente.
 1 – A palavra de Deus é o conteúdo essencial e fundamental nesse processo e no programa de aprendizagem cristã. 
2 – O programa de educação religiosa nas igrejas é necessário para a instrução e desenvolvimento de seus membros, a fim de “crescerem em tudo naquele que é a cabeça, Cristo”. Às igrejas cabe cuidar do doutrinamento adequado dos crentes, visando à sua formação e desenvolvimento espiritual, moral e eclesiástico, bem como motivação e capacitação sua para o serviço cristão e o desempenho de suas tarefas no cumprimento da missão da igreja no mundo”.1
   A Declaração doutrinária da Convenção Batista Brasileira enfatiza a necessidade de um Programa de Educação Religiosa que promova o ensino da Palavra de Deus como base de nossa fé,o essencial amadurecimento do crente e o crescimento de toda a Igreja. Mas se esta é uma ênfase doutrinária, por que  nos afastamos tanto, deixando Ensino Religioso em segundo plano?
       Olhamos muito para os modelos de crescimento de Igrejas, que são importantes,mas esquecemos de que todo esse crescimento precisa da base sólida do conhecimento bíblico, comprometimento com o discipulado e treinamento de vocacionados e líderes.
E somente com um planejamento de Educação Religiosa a Igreja poderá alcançar um crescimento que produza realmente discípulos.
        Como então resgatar a Educação Religiosa na Igreja?
     Em Primeiro lugar, resgatando o Educador Religioso. Quero lembrar aqui nestas linhas quem é, e quais são as atribuições do Educador Religioso.“Pessoa vocacionada por Deus e confirmada
pela Igreja para atuar especialmente no ministério na área de Educação Religiosa, preferencialmente com formação em Educação Religiosa e/ou Teologia com habilitação em Educação
Religiosa. Atribuições Gerais: 
1 – Ser responsável diante da Igreja e do Pastor pela área de Educação Religiosa, orientando no planejamento, realização e avaliação de um programa compreensivo de Educação. 
2 –Contribuir, atuando, para alcançar os objetivos da Igreja. 
3 – Servir como coordenador da Estrutura Educacional da Igreja para que haja coesão no planejamento e execução, buscando unidade para evitar conflitos e duplicação de esforços.
4 – Criar entre os membros da Igreja uma consciência da importância dos diferentes ministérios, levando-os a um envolvimento pessoal e responsável.
5 – Planejar e realizar projetos de capacitação dos membros da Igreja. 
6– Trabalhar, com o pastor, e outros líderes da Igreja no sentido de descobrir potencial de liderança. 
7 – Participar do planejamento geral da Igreja”.2
      Há muitos Educadores que estão nos bancos de nossas igrejas aguardando uma oportunidade para desenvolver aquilo que aprenderam nos seminários. Podem trabalhar de tempo integral ou parcial. Podem contribuir para o desenvolvimento de um planejamento mais amplo, adequando os modelos de crescimento ao que a Educação Religiosa oferece às Igrejas.
       Também é de suma importância para este projeto de resgate a revitalização da Escola Bíblica (que se reúne domingo, mas pode ser na segunda, terça, quarta, etc...), com um planejamento adequado, dentro da realidade de sua Igreja, buscando uma literatura que atinja as necessidades dos alunos e
promova um interesse do professor em se aperfeiçoar.
       Vamos unir forças para resgatar a importância da Educação Religiosa nas Igrejas! Para isso, contamos com os pastores, educadores, professores, alunos e membros de nossas Igrejas.Se você tem alguma sugestão para melhorar a Educação Religiosa em nossas Igrejas, escreva-nos: 
educacaoreligiosa@batistafluminense.org.br.  
Pr. Marcos Zumpichiatte Miranda
Redator da Revista Palavra & Vida
Diretor do Departamento de Educação

Religiosa da CBF
Fonte: Revista Palavra e Vida da Convenção batista Fluminense.
1 - Declaração Doutrinária da Convenção Batista Brasileira - Página 10 - XIV- Educação Religiosa
2 - Projeto de Perfil e atribuições dos Educadores Religiosos produzido pela AERBB e revisado pelos educadores religiosos
fluminenses reunidos por ocasião da Assembleia da CBF em São Gonçalo, dia 25/07/99.

21/06/16

Revista Palavra e Vida - 3º Trimestre 2016


Apresentação

         O livro do Eclesiastes é um livro de sabedoria que retrata a vida de um rei sábio, chamado Salomão. Percebo que hora é o personagem principal, mas hora ele retrata alguma postura que não entende ser a mais prudente, sugerindo até comportamentos e atitudes.
         As lições pretendem elucidar em forma de reflexões cada capítulo do Eclesiastes, não pretendendo entrar em questões técnicas, de linguística e etc. A proposta é tratar o Eclesiastes como “o diário de um sábio”, analisando a nossa vida hoje pelos indicativos do pregador.
         O texto do Eclesiastes em geral não é um texto tão simples de compreendermos, por isso, estamos diante de um grande desafio. Os contextos histórico, geográfico, político e religioso diferem do nosso, mas com dependência do Senhor e vontade de aprender, encontraremos êxito em nosso propósito de estudar este maravilhoso livro.
         Convido você, amado leitor e irmão em Cristo, para que durante este novo trimestre, sua mente e coração estejam disponíveis para refletir a partir de um tema tão central no Eclesiastes que é a sabedoria, pensando, avaliando e, sobretudo, aplicando as verdades desta valiosa porção da Palavra de Deus.
                   Seja bem-vindo às lições do diário do sábio vaidoso, do rei invejável, mas do amigo da sabedoria!

 

Culto de Adoração