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13/08/2017

Lição 8 – Chegou a hora de receber as terras da Promessa!





O tempo passa para todo ser humano. À medida que isso vai acontecendo na experiência de cada semana, ocorrem os desgastes naturais que diminuem a capacidade física e mental nas mais diferentes situações. Josué não estava imune aos efeitos do tempo sobre a sua vida. As grandes batalhas já haviam acontecido, mas Deus adverte que “ainda há muitíssima terra para conquistar” (Js13.1), e tudo precisava acontecer na plenitude dos divinos planos.
O lembrete de Deus para Josué poderia ser constrangedor, mas era para trazê-lo à sua realidade. Deus disse para Josué: “... já está velho e avançado em idade...” (Js13.1), mas ainda havia tarefas complementares que Deus queria realizar ainda na liderança de Josué.
Naturalmente Deus continuaria sustentando-o e cooperando nas suas limitações físicas. Para aquele momento, Josué continuava sendo o instrumento que Deus deveria usar para a realização dos seus propósitos.
Josué estava junto na Travessia do Mar Vermelho, comandou o povo na travessia do Jordão e nas conquistas que se seguiram, agora era o momento de cada tribo tomar posse de sua parte na Terra Prometida. Esta hora era tão aguardada ao longo dos anos e cabia a Josué, mesmo avançado em idade, liderar este momento que se tornaria inesquecível.

 1. Chegou a hora!                                                 

Muitas vezes nossa humanidade imagina que pode determinar quando as diferentes situações devem acontecer. Até mesmo em nossas orações, pensamos que podemos estabelecer o tempo da resposta de Deus. Nestas situações, concluímos que a possível demora divina significa que não teremos uma resposta. Nunca podemos colocar à margem nossa finitude. Somos totalmente incapazes de fazer qualquer determinação para nós ou para outros.
Se o povo de Israel tivesse sido mais fiel e consequentemente mais obediente, a chegada à Terra Prometida teria sido abreviada, porque o caminho em uma direção mais ou menos reta tornaria o percurso relativamente muito menor. Paralelamente, muitos pereceram no deserto em função de sua desobediência. Mas Deus preservou aqueles que se mantiveram fiéis, e que dariam continuidade a um povo especial de Deus. Os fiéis foram, no futuro, testemunhas que Deus havia cumprido fielmente e integralmente as suas promessas quanto aquilo anunciado desde Abraão.
 Deus nunca retarda suas promessas! Era necessário ultrapassar todos os obstáculos, e para isso o povo de Israel sempre contou com a preciosa e indispensável sustentação divina, dando a Josué uma liderança vitoriosa para alcançar a terra prometida. É sempre recompensador aguardar com paciência e esperança o tempo de Deus, que é sempre o melhor momento.
Israel já estava na terra prometida. As conquistas complementares que ainda haveriam de acontecer não sufocariam quem estava na Terra da promessa.
 A estrutura de Israel teve por referência os dozes patriarcas. Chegou a hora tão aguardada em que cada tribo receberia como propriedade sua parte da terra que seria designada por Josué. Muitos sonharam com esta hora. Alguns não puderam vê-la, mas aqueles que ali estavam poderiam afirmar com toda a convicção: chegou a hora da nossa tribo receber parte na terra prometida.

2. Promessas rigorosamente cumpridas                 

O Pr. Dr. Russell Shedd, no seu livro “Novo comentário da Bíblia Volume 1”, fez uma preciosa referência ao texto de Josué, a partir do capítulo 13, como uma espécie de manual geográfico da terra prometida. Tudo foi preparado por Deus através da instrumentalidade de Josué para que maiores conflitos não acontecessem durante a distribuição das terras. O traçado estava absolutamente perfeito.
As promessas não eram muito anteriores àquela geração de Israelitas. Os que viviam naqueles dias iriam desfrutar perpetuamente daquilo que já estava anteriormente nos planos divinos. Quando Deus projetou ter um povo especial a partir da família de Abraão, tendo como objetivo maior a vinda de Jesus Cristo em forma humana para o resgate através do sacrifício na Cruz, ficou determinado que Israel teria por posição Perpétua o seu próprio espaço físico, e do caminhar nessa direção já estabelecida por Deus.
O que Deus promete Ele sempre cumpre fielmente. A tribo de Levi, consagrada ao serviço do Senhor, teve um tratamento diferenciado, porque não receberiam terras para cuidar, mas teriam o seu espaço para abrigar-se dentro do princípio do cuidado especial de Deus para com os levitas.
No exercício da liderança de Moisés algumas tribos já haviam recebido promessas especiais, como ocorreu com a tribo de Gade. Ficou também ratificado por Josué esta decisão e outras semelhantes para obedecer ao princípio de que as promessas seriam rigorosamente cumpridas. Havia uma sequência natural de Moisés para Josué. Deus os conduziu cada um no seu tempo para executarem as tarefas recebidas sem qualquer possibilidade de conflito quanto ao estilo de liderança e as ordens divinas que deveriam ser executadas.

3. Deus presente também na condução dos            detalhes                                                                 

Parte das terras que agora seriam por herança perpétua de cada tribo de Israel, ainda havia a presença dos povos que anteriormente ocupavam aqueles espaços. Poderiam ser considerados povos menores, comparados com outros de maior poderio. Inicialmente, poderia significar um detalhe de menor importância, mas Deus estava presente em todos os momentos da vida de Israel, e por isso Ele promete que essas menores expressões humanas presentes no território que precisava ser integralmente de Israel também seriam vencidas para que se cumprisse integralmente a conquista da terra prometida. É impossível que tentativas de resistência acontecessem por aqueles que anteriormente ocupavam aquelas terras. Mas Deus orienta estratégias próprias para aquelas novas situações, para que nada impedisse o resultado final que era a posse completa da terra prometida.
Tornava-se indispensável que os israelitas não se acomodassem com a presença daqueles que não poderiam mais permanecer ali. As ações que Deus iria ainda realizar, na instrumentalidade de Josué, eram extremamente úteis para aquilo que Deus mesmo já tinha determinado. Este é um momento que poderia levar o povo de Israel a um sentimento de acomodação, pensando que aquelas expressões menores não viessem interferir na vida futura de Israel naquele lugar. Todos precisavam continuar sensíveis para as diversas formas de orientação através de Josué.
Nesta fase da consolidação de Israel na Terra Prometida, ficaram preciosas lições para o povo de Deus de todos os tempos: que Deus continua cuidando de nós, até nos mínimos detalhes. É sempre compensador estar sob cuidados de Deus. Para nosso Deus tudo é importante para o bem estar do seu povo. Por isso, quando o salmista disse que Deus não dorme e nem cochila, significa que estamos todo o tempo e em todas as circunstâncias no abrigo dos cuidados divinos.

Para pensar e agir                                                

- Josué estava envelhecido, mas ainda podia ser útil para Deus.

- Sabemos aguardar a hora de Deus?

 - Pode haver momentos inesquecíveis na velhice como experimentou Josué?

- O que Deus promete Ele sempre cumpre fielmente!

- É correto respeitar decisões de líderes anteriores, como Josué fez em relação a Moisés?

- Podemos estabelecer o tempo da resposta de Deus? Por quê?

- Por que grande parte dos comandados de Moisés não entraram na terra prometida?

- Deus nunca retarda as suas promessas! - Há demora nas respostas divinas?

- Paciência e esperança podem cooperar para o melhor momento de Deus atender nossas orações?

- Que significativa para Israel ter o seu próprio espaço físico?

- Como Deus trata coisas que nos parecem menores?
                                                                          Boa Lição

Fonte:Revista Palavra e Vida da Convenção   Batista Fluminense