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Viersiculos

14/12/14

Lição 12 – Preparados para a vinda do Senhor
























Lição 12

Preparados para a vinda do Senhor


Texto bíblico: 1Tessalonicenses 4.13-5.10

Nesta seção da epístola, Paulo escreve sobre a “parousia”, isto é, a vinda salvífica de Jesus ou sua “segunda vinda”. O assunto pertence à categoria dos temas escatológicos, relativos ao fim dos tempos.
A dúvida daqueles cristãos é razoável, por causa da imensa diferença de significado que o termo possui nas culturas grega e judaica. No helenismo, o termo “parousia” designava a chegada e presença solene de um governante, um exército e uma divindade. Na comunidade judaica, por sua vez, as ideias acerca da “vinda de Deus” e do “Dia do Senhor” são comuns na literatura apocalíptica, com a expectativa da intervenção na história, com o intuito de julgar e criar novo céu e nova terra (ver, por exemplo, Daniel 7.27).1
O que acontece com os que morrem? Como será no retorno de Cristo? Que papéis a igreja e os anjos irão desempenhar? Essas e outras questões serão abordadas neste estudo, que trata da confiança que o cristão deve ter diante da iminência do fim dos tempos e das épocas.


Uma questão vital

Os discípulos de Jesus, o apóstolo Paulo e todas as comunidades cristãs do primeiro século viviam na crença da iminente vinda do Senhor (Rm 13.11; 1Co 16.22b; Ap 22.12). Os sinais dos tempos estavam à sua volta (Lc 21.9-11,28). Essa expectativa os sustentava nas tribulações, nas aflições e nas perseguições que eram movidas contra eles, tanto pela comunidade judaica como pelo governo romano (Lc 21.12; 1Pe1.6,7). Também, os cristãos que aguardavam o Salvador eram continuamente encorajados e revigorados em seu espírito (Ap 22.16,17).
O problema ao qual Paulo se reportava foi agravado diante da demora no cumprimento da “parousia”. Os cristãos em Tessalônica estavam vivendo uma crise cronológica. De fato, imediatismo não combina com fé. Alguns deles tinham até deixado de trabalhar, pensando que a iminência da volta de Cristo os dispensaria de tal atividade produtiva (1Ts 4.11).
Em nosso entender, a expectativa escatológica tem duas vertentes importantes, de acordo com a instrução de Paulo: forçar o estado de vigilância e de sobriedade e apurar os sentidos espirituais para a melhor leitura dos acontecimentos mundiais. É isso que a imagem do “ladrão de noite” sugere (1Ts 5.2,6). Além disso, a demora do Salvador em vir corresponde à oportunidade de salvação que o Senhor vai dando aos pecadores, pois é agora o tempo favorável! (2Co 6.2).
Será essa uma questão vital para a igreja hoje? É uma pergunta difícil de responder... Parece que estamos “confortáveis” demais em vez de “confortados” pela convicção de que o Salvador voltará para nos buscar e para proceder ao julgamento final. Portanto, enquanto isso não ocorre, devemos assumir a nossa missão no mundo (Jo 3.34; At 4.20).

·       Qual é, em sua opinião, a tendência geral em relação à volta de Cristo? Indiferença? Medo? Confiança? Urgência? Compartilhe sua resposta.


A ordem dos eventos

Na segunda Carta que escreveu aos Tessalonicenses, Paulo afirma uma ordem geral dos eventos do fim. Primeiro, ele fala da manifestação do Senhor Jesus desde o céu com os anjos do seu poder. Depois, o apóstolo evoca o julgamento divino e fala da “vingança do nosso Deus” contra os incrédulos, que serão castigados no estado de perdição eterna. Por fim, Paulo fala de Jesus, o Messias, glorificado nos seus santos (2Ts 1.7-10).
Essa projeção não apresenta maiores dificuldades, como é o caso de outros temas mais debatidos, tais como: 1) a questão do milênio, que, de acordo com o apóstolo João, seguir-se-á à vinda do Messias e precederá a ressurreição dos ímpios (Ap 20.4-6); 2) o aparato da apostasia pairando sobre os inconstantes, colocando-os em perigo, e a identificação das figuras iníquas que surgem em busca de assumir o lugar de Deus (2Ts 2.3,4). Esses e tantos outros elementos escatológicos presentes nos escritos do Novo Testamento, como a figura do anticristo e do falso profeta, a batalha final, o aprisionamento de Satanás, etc., alimentam muita discussão, mas fogem ao escopo deste estudo, pois não nos cabe aqui apresentar todas as teorias acerca dessa área teológica cercada de muita complexidade.
Ao nos reportarmos à Primeira Carta aos Tessalonicenses, focalizamos Paulo falando sobre o fim, específica e sequencialmente, mas acerca dos salvos: 1) ele afirma a futura ressurreição daqueles que morreram em Cristo, ou seja, crendo nele (1Ts 4.16); 2) descreve o arrebatamento dos que estiverem vivos durante a vinda de Cristo, pela instrumentalidade dos anjos, depois da ressurreição, para se encontrarem com o Senhor nas nuvens (1Ts 4.17a); 3) por fim, destaca o estado final e eterno da bênção de morar com o Senhor (1Ts 4.17b).
Em ambos os textos, Paulo preocupava-se em apresentar garantias divinas para os tempos penosos do fim. Ao afirmar a certeza da ressurreição, ao apelar para a firmeza da identidade cristã que resulta dessa esperança, ele preparava as igrejas para o advento do retorno de Cristo.

·       Você se sente preparado para enfrentar o juízo que segue a vinda do Salvador? Por quê? Compartilhe sua resposta.


A esperançosa mensagem da ressurreição

A ressurreição é um dos temas cruciais da pregação evangélica (Jo 11.25,26; At 4.33; 1Pe 1.3,21). É do interesse de Paulo ressaltar aos cristãos de Tessalônica que Deus não é Deus de mortos, mas de vivos. Logo, é pela ressurreição que Cristo assenhoreia-se da morte e antecipa a certeza de nossa ressurreição com ele, na sua vinda (1Ts 4.14; Cl 1.18; Rm 6.5). Daniel 12.2 explica que o estado dessa ressurreição é corpóreo, tanto para ímpios como para justos, mas afirma a Escritura também que esse corpo ressurreto será imortal e incorruptível (1Co 15.42; Lc 20.36).
A finalidade da ressurreição é enfrentar o juízo divino. Assim, ela tanto pode ser ressurreição da (para a) vida, como ressurreição da (para a) condenação, dependendo da escolha que o homem faz no presente, entre crer e descrer no Salvador (Jo 11.25).

·       Leia Tito 2.13 e responda à seguinte reflexão: “Vivemos em esperança por causa da fé que aponta para a vida eterna”. Quais os resultados práticos dessa certeza em seu viver?


Nossa identidade na luz, à luz de Cristo

Paulo afirma aos cristãos de Tessalônica: os que “dormiram em Cristo” não estão perdidos! Nessa frase, encontramos conforto, afinal, nós não esperamos em Cristo apenas para esta vida. Não estamos em trevas nem seremos surpreendidos durante a sua vinda. Naquele grande dia, nossa identidade espiritual nos distinguirá: “porque todos vós sois filhos da luz e filhos do dia” (1Ts 5.5a).
Enquanto esperamos fielmente pelo nosso Salvador, devemos demonstrar sobriedade. Falamos não apenas da abstinência do álcool, que leva à embriaguez e à dependência química, mas do desafio da temperança e da introspecção diante das ofertas mundanas que tentam nos afastar do nosso Senhor. Não nos deixemos embriagar (figurativamente) por nada!

·       Quais as marcas que identificam o cristão como um “filho da luz” e um “filho do dia”? Compartilhe sua resposta.

Conclusão

A seção final do capítulo 4 e os primeiros onze versículos do capítulo 5 não podem ser separados. Ambos tratam de uma questão vital acerca “dos que já dormem” (ou seja, morreram) e sobre o fim dos tempos. Ambas buscam consolar aqueles irmãos ora abatidos em sua esperança, ora duvidosos do destino seguro daqueles que morreram em Cristo (1Ts 4.13; 5.1).
Fato é que a vinda de Cristo transformará o mundo definitivamente. Nesse tempo, que somente Deus conhece e cuja duração somente a Ele pertence, será consumada a obra da salvação de uma vez por todas. Pela ressurreição, que já é certeza para aqueles que conhecem o Filho de Deus e o seu poder, seremos conformados com Ele (Fp 3.10; 2Tm 2.18).
Os que estiverem vivos durante a vinda de Cristo serão conduzidos pelos anjos para o encontro com Ele nos ares (arrebatamento). Será um momento glorioso e de muita alegria.

Para pensar e agir

Dois conselhos úteis, em relação à vinda de Cristo:
a)    Não devemos perder nenhuma oportunidade de proclamar a salvação, pois é por meio da missão da Igreja que o Senhor mostra sua longanimidade e seu amor compassivo. Deus quer salvar todos os homens. Façamos nossa parte enquanto aguardamos dos céus o nosso Senhor e Salvador Jesus.
b)    Demonstremos confiança diante da vinda do Senhor, entendendo que a iminência desse evento, demonstrada pelos sinais dos tempos, não é necessariamente um futuro imediatista. Assim, “vistamo-nos da couraça da fé e do amor, tendo por capacete a esperança da salvação”, estando preparados para aquele grande dia (1Ts 5.8).

_________
1 - WALDENFELS, Hans (Ed.) Léxico das Religiões. Petrópolis: Vozes, 1998, p. 418,419.

Fonte: REVISTA  PALAVRA & VIDA - http://www.batistafluminense.org.br

08/03/14

A IGREJA DE CRISTO


" Tu és Pedro, e sobre essa pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela"
                             MATEUS 16.18

ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL A MAIOR DO MUNDO

" O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento. Portanto rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não seja sacerdote diante de mim"
                                              Oséias 4:6 
     Primeira Igreja Batista Em São Cristóvão
        São Cristóvão- Cabo Frio
        Rua Marques de Olinda,397

27/10/13

Reforma Protestante


Reforma Protestante
A Reforma Protestante foi um movimento reformista cristão iniciado no início do século XVI por Martinho Lutero, quando através da publicação de suas 95 teses, em 31 de outubro de 1517 1 2 na porta da Igreja do Castelo de Wittenbergprotestou contra diversos pontos da doutrina da Igreja Católica Romana, propondo uma reforma no catolicismo romano. Os princípios fundamentais da Reforma Protestante são conhecidos como os Cinco solas.3
Lutero foi apoiado por vários religiosos e governantes europeusprovocando uma revolução religiosa, iniciada na Alemanha, estendendo-se pela SuíçaFrançaPaíses BaixosReino UnidoEscandinávia e algumas partes do Leste europeu, principalmente os Países Bálticos e a Hungria. A resposta da Igreja Católica Romana foi o movimento conhecido como Contra-Reforma ou Reforma Católica, iniciada no Concílio de Trento.
O resultado da Reforma Protestante foi a divisão da chamada Igreja do Ocidente entre os católicos romanos e osreformados ou protestantes, originando o Protestantismo.