DATA E HORA

CIDADE DE CABO FRIO - ESTADO DO RIO DE JANEIRO -

QUEM SOU EU

Minha foto
OBJETIVO DESTE BLOG É ENSINO DA PALAVRA DE DEUS E DIVULGADOR DAS SANTAS ESCRITURAS. OBJETIVO TAMBÉM É DIVULGAR E PROMOVER A EBD, TRAZENDO IDEIAS E NOTÍCIAS DESTA TÃO IMPORTANTE ORGANIZAÇÃO DA IGREJA. QUE DEUS NOS ABENÇOE.

Viersiculos

05/07/15

Licão 2 COMPAIXÃO:Emoção ou Atitude?






























                                      LIÇÃO 02
  
COMPAIXÃO: Emoção ou Atitude?

Textos bíblicos: Oséias 4.2-6; 6.10-11; 7.8; 8.1-14; 9.4-11; 10.1-7; 11.1-8; 12.8; 13.1-15

Um homem sempre dizia ao seu filho: Haja o que houver, eu sempre estarei ao seu lado. Certo dia, após um terremoto de intensidade muito alta que quase acabou com a cidade, este homem correu para a escola do seu filho e só encontrou um montão de ruínas. Imediatamente, ele e outros pais começaram a cavar. Depois vieram os bombeiros e mais pessoas para ajudar. As horas passavam rapidamente e, com elas, a esperança de encontrar alguém com vida. Um a um, cansados e desesperados, os pais foram deixando o trabalho de buscas para os bombeiros, mas, esse homem, de forma obstinada, continuava. Pediram-lhe que descansasse um pouco, mas ele não parava. A sua promessa ao seu filho lhe renovava as forças: “- Haja o que houver, eu sempre estarei ao seu lado”. Ao afastarem uma enorme pedra, com a ajuda de um guindaste, ele chamou mais uma vez pelo filho. E uma doce voz infantil lhe respondeu: - Pai… estou aqui! – Você está bem, meu amor? – Sim, papai, mas, estamos com sede e fome. – Tem mais alguém com você? – Sim, todos os alunos da minha classe estão aqui. Eles haviam ficado presos em um vão entre dois pilares de concreto. Quando a televisão veio entrevistar o menino e perguntou se ele havia ficado com medo, ele emocionou a todos: - Não, eu falei para os meus amigos: “Não precisam ter medo, meu pai irá nos achar. Ele prometeu que sempre estará ao meu lado. E meu pai nunca quebra uma promessa”.
Deus sempre esteve ao lado de Israel, seu povo. Sua compaixão foi com atitude e não simplesmente uma emoção ou sentimento sem ação. Vamos ver isso na mensagem de Oséias.
O período em que Oséias profetizou foi de uma horrível decadência moral e espiritual. Libertinagem e crimes dominavam os corações de reis e sacerdotes. A idolatria na vida dos líderes fazia com que o povo se desviasse do Senhor. O povo buscava ajuda e fazia aliança com nações vizinhas.
O nome Oséias significa Deus Salva. O nome do profeta está intimamente ligado à sua missão e à mensagem recebida pelo Senhor para a nação.
É difícil traçar um esboço ordenado e lógico, a partir da estrutura do livro. O profeta apresenta ideias misturadas entre denúncia de pecado, ruína, promessas e restauração. Essas palavras são encontradas em todos os capítulos. Alguns chegam a admitir que o estado emocional do profeta estivesse tão abalado devido à situação de sua vivência familiar que ele esboça aflições em seus oráculos proféticos.
Creio que a questão familiar de Oséias foi real, foi fato, não uma alegoria ou uma parábola. Deus convoca Oséias não apenas para falar ao povo, mas também para representar o amor de Deus. Vivenciar de maneira profunda o amor de Deus em tempo de adultério espiritual da nação.
O casamento de Oséias é considerado um dos mais difíceis de ser compreendido e interpretado. A interpretação literal talvez seja a mais possível, não dando tanta ênfase e exagero literal a frases e questões pormenorizadas do texto. É preciso entender que Oséias escreve e narra a situação de seu casamento depois de tudo acontecido e não antes. Entendo que Oséias teria se casado com uma mulher tirada da prostituição e que se tornara fiel, mas o ambiente de prostituição que pairava sobre a nação a fez abandonar o marido e se tornar escrava de mercadores do sexo, sendo depois resgatada como escrava, sem convivência marital.
Essa interpretação me parece muito mais próxima da situação do povo em relação a Javé. O importante é saber que a tragédia na vida familiar do profeta serviu muito bem para que ele entendesse e vivenciasse o amor de Deus pela nação e assim sua mensagem profética teria o respaldo de sua própria vida. A tragédia familiar de Oséias serviu para ele interpretar melhor o amor de Deus pelo povo. Realmente os caminhos de Deus são diferentes do nosso. Deus escolhe as coisas loucas desse mundo para confundir as sábias (1Co 1.27). A lógica de Deus não é a nossa lógica. Deus é soberano. Um homem é chamado e vivencia horrores pela infidelidade da esposa, para de forma eficiente e eficaz proclamar a mensagem de Javé que, apesar de profundamente rejeitado, revela seu incomparável e ardente amor. Na linguagem joanina “Deus amou o mundo de tal maneira” (Jo 3.16).

1. ATITUDE EM RAZÃO DA IDOLATRIA DE ISRAEL 
(Os 8.11; 10.1-5; 11.1,7; 13.1)
O povo pecava premeditadamente. O texto fala de altares para pecar. Não era algo circunstancial, que ainda assim não justificaria, mas o povo havia se consagrado totalmente à idolatria. Construir altares de idolatria indica algo planejado. Triste a situação quando o pecado passa a fazer parte da agenda daquele que disse um dia ter compromisso com Deus.
A bênção prometida por Deus aos patriarcas continuou na vida de Israel (Os 10.1-5), porém seus frutos eram sem valor, porque fizeram alianças pagãs com povos vizinhos. Ao invés de verem a miséria em que estavam e se arrependerem, lembravam-se de seus altares. Estavam com seus corações cauterizados pela desobediência. Israel se tornara um escárnio para o mundo de então.
A idolatria era tremenda e se fortalecia, mesmo com o chamado veemente e repetido de Deus. Quanto mais chamava, mais ainda se entregavam aos baalins. A idolatria era grande, mas Deus não se “cansava” de chamar de volta sua nação querida.
A idolatria contraria muito a Deus. É uma afronta à sua honra e soberania. Idolatria é prostituição espiritual. Era isso que Deus queria, através de Oséias, mostrar à nação.

2. ATITUDE EM RAZÃO DA INIQUIDADE DE ISRAEL 
(Os 4.2,3,5,6; 6.10; 8.1,14)
A idolatria trazia consigo outros erros gravíssimos. Tirar Deus do foco traz outras consequências, como perjúrio, morte, furto e adultério. Deixar Deus é falta de conhecimento e resulta em malefícios.
Mesmo não havendo bons exemplos de liderança para o povo através de seus reis e sacerdotes, a nação não estava isenta de culpa. Mesmo tendo maus líderes, o povo tem sua consciência diante de Deus.
Parece haver um exagero, mas a situação era tremendamente crítica. Alerta para os líderes. Um alerta para os pastores nesse tempo de efervescência religiosa e espiritual, onde a ética é trocada pelo belo. Onde o mais importante não é a ética do Reino e sim a ética da conveniência e conforto. Israel era como um bolo não virado, ou seja, queimado de um lado e cru do outro. Um bolo imprestável, intragável.
A expressão profética. “Eles comem o pecado do meu povo” é uma expressão forte (v. 8) e significa que eles comiam parte dos sacrifícios. Traziam muitos sacrifícios não como expressão de culto, mas para se beneficiarem. Havia enorme corrupção e interesse pessoal. É preciso ter muito cuidado e prudência. Satanás muitas vezes começa sua obra de corrupção religiosa de maneira imperceptível. Sejamos líderes e liderados com sensibilidade espiritual e muito discernimento em nosso proceder.

3. ATITUDE EM RAZÃO DO CATIVEIRO DE ISRAEL 
(Os 8.1; 4.5; 6.11; 7.8; 9.4,11; 10.7; 13.3,12,13,15; 14.1)

O julgamento estava próximo. O pecado traz consequências. Deus diz: “coloca a trombeta na boca” (Os 8.1). Alarmar rapidamente a nação era necessário, pois a destruição estaria próxima. Com Deus não se brinca: “Horrenda coisa é cair nas mãos do Deus vivo” (Hb 10.31).
Oséias usa quatro símbolos para descrever a dissolução rápida e repentina de Israel. Nuvem de manhã e orvalho, símbolos transitórios em contraste com aquele que permanece, Deus. E usa a palha que o vento leva da eira. Geralmente a eira era construída nos montes para que o vento pudesse ser próprio no processo de levar a palha. A fumaça que falta substância é levada rapidamente pelo vento (Os 13.3). O povo de Israel com toda sua arrogância espiritual, suas atitudes, seus ídolos e sua formatação cúltica se tornaria em nada, como a nuvem, o orvalho, a palha e a fumaça. Esse seria o julgamento e a destruição que a nação representada no cativeiro experimentaria. O leão e o leopardo, ilustrações do poder e da força, representavam o instrumento que seria usado por Javé, a nação Persa (Os 13.7).

4. ATITUDE EM RAZÃO DA RESTAURAÇÃO DE ISRAEL (Os 11.8; 12.8; 13.4)
O Senhor da aliança está sempre pronto a restaurar Israel. O nosso Deus é sempre o Deus da aliança. É o Deus das oportunidades. A base das oportunidades e da aliança é sua compaixão, misericórdia. Há em Oséias um consolo evangélico. Há boas novas de esperança. Há palavras de renovo. A ira divina jamais anula a aliança do Senhor. Deus é fiel e cumpre o que promete. A história da salvação jamais seria interrompida. Curar a infidelidade de Israel era propósito do Senhor e o faria de boa vontade, transformando e restaurando totalmente a nação: “Serei para Israel como orvalho, ele florescerá como lírio” (Os 14.5). O povo seria comprado, remido (Os 13.14).
Nossa inteligência e sabedoria são insuficientes para entender um ato tão grandioso. Só iluminados pelo Espírito Santo é que chegamos ao conhecimento necessário para a nossa fé. Se não conhecemos a causa e a finalidade dos caminhos pelos quais Deus nos guia, a culpa é nossa. O amor preservaria a história da Salvação, razão porque sempre houve a restauração de seu povo, mesmo diante das tragédias do pecado. Deus não determina a história geral, mas tem compromisso em preservar e dar continuidade a história da Salvação, razão por que intervém em qualquer tempo.

PARA PENSAR E AGIR

1. É preciso todo cuidado quando se pensa e pratica uma barganha com Deus, conforme produzida por Israel. Pensavam que podiam satisfazer ao Senhor com os sacrifícios, cultos cerimoniais e festas orgiásticas enquanto continuavam com suas iniquidades.
2. Só existe compaixão porque existe razão dela existir. O pecado de idolatria do povo evidenciou de forma grandiosa a compreensão do Deus que ama e se compadece. Não importa o que você fez e como você esteja, saiba que não falta a compaixão do Senhor.
3. O nosso Deus é o Deus que restaura. O que está precisando ser restaurado em sua vida? Creia e experimente o renovo do Senhor!


01/07/15

Apresentação da Revista

















Os Profetas Menores são escritos antigos. Foram produzidos há mais de dois mil e seiscentos anos. E, apesar de sua antiguidade, continuam com sua mensagem atual. O que não poderia ser diferente, pois é a Palavra de Deus. Sua mensagem não envelheceu; a Palavra não envelhece. Se traçarmos um paralelo daquele tempo com o tempo atual, perceberemos que a mensagem continua atual dentro do contexto social, político e espiritual.
O que pretendemos neste trimestre, examinando esses maravilhosos escritos canônicos como parte da revelação de Deus, é tornar a mensagem profética bem próxima de todos nós. Sem perder a compreensão histórica e cultural, respondendo os aspectos isagógicos do texto que nos dará base para a interpretação, desejamos que seja uma leitura devocional e com aplicação para o nosso tempo e nossa vida pessoal.
Fazer desses escritos e sua aplicação algo discipulador é o desafio do escritor, ao considerar minuciosamente os escritos. Neste trimestre, os Profetas Menores se propõem a serem nossos discipuladores, nossos amigos diários, nossos contemporâneos e integrantes de nossa vida diária. A dinâmica sugerida é esta: faça de conta que Oséias, Joel, Amós, Obadias, Jonas, Miquéias, Naum, Habacuque, Sofonias, Ageu, Zacarias e Malaquias formam um pequeno grupo. Vamos desenvolver um bom relacionamento com esses maravilhosos homens de Deus e conhecer um pouco mais da história da Salvação no contexto profético.
É bom lembrar que "Profetas Menores" não significa de menor importância ou valor menor. São chamados de Profetas Menores devido ao tamanho de seus escritos. Vamos considerar aqui a sua ordem tradicional existente desde o Concílio de Trento. Mas, cronologicamente, podemos distribuir da seguinte maneira: Obadias (849), Joel (830), Jonas (740), Amós (760), Oséias (760) Miquéias (736), Naum (640), Habacuque (625), Sofonias (610), Ageu (520), Zacarias (520), Malaquias (430). Quero compartilhar nesses estudos alguns temas que encontramos nos escritos desses profetas. Vamos estudar sobre: compaixão, arrependimento, justiça social, solidariedade, chamado, esperança, soberania de Deus, fé, juízo, coragem, reconstrução de vidas e espiritualidade.
Quero abrir um espaço aos meus amigos leitores, sei que são muitos, mais pronto estarei on line, através do meu blog  para tirar dúvidas.
Agradeço a Deus e à Convenção Batista Fluminense pelo privilégio de fazer o que mais amo, compartilhar a Palavra do Senhor.

























14/06/15

Pequenos Grupos Multiplicadores


 Todos os dias, no templo e nas casas, não

 cessavam de ensinar e de anunciar a Jesus

Cristo” (Atos 5.42). 
































Rua Marquês de Olinda 397, São Cristóvão. Cabo Frio Rj.

ROTEIRO DE PGM  3.  14\06  a 20\06\2015 

TEMPO DE ORAR (5 min aprox.)
• Ore pelas famílias que estão recebendo o PG
• Ore agradecendo pela vida dos visitantes do PG.
• Ore para que Deus se agrade de tudo que vamos fazer neste encontro.

TEMPO DE LOUVAR (10 min aprox.)
"Cantarei ao SENHOR enquanto eu viver; cantarei louvores ao meu Deus, enquanto eu tiver existência."  (Salmos 104 : 33)

TEMPO DE SE RELACIONAR (5min aprox.) Vamos nos conhecer, nos apresentar.

TEMPO DA PALAVRA (25 min aprox.)   IGREJA UMA FAMILIA ESPIRITUAL

Hebreus, capítulo 10, verso 25, diz assim: “Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima”.

No PG da semana passada vimos o quanto é importante estarmos experimentando o milagre da unidade, no entanto no tempo em que vivemos, onde muitos ostentam frases do tipo, “Jesus sim, Igreja Não”, é importante pensar: Jesus estaria satisfeito em separar a sua imagem com a da sua noiva? Você se sentiria bem onde a pessoa que você mais ama é menosprezada, desvalorizada até mesmo ridicularizada? Acredito que não! Então falar de Jesus sem falar da Igreja é um contra senso.


# A Igreja Local que se reúne em um endereço ou em um templo não é perfeita, exatamente como uma família. Mas ainda sim, nada deve encher mais o nosso coração de alegria  do que prestarmos culto a Deus, junto com outros irmãos .

08/05/15

MINISTÉRIO DE EDUCAÇÃO CRISTÃ

PRIMEIRA IGREJA BATISTA EM SÃO CRISTÓVÃO
RUA MARQUÊS DE OLINDA- 397
SÃO CRISTÓVÃO-CABO FRIO- RJ.

Estamos ajustando o logo da Escola de Líderes que passará a chamar Escola Bíblica Discipuladora com objetivo de abranger não só os professores mas também os alunos que estão interessado aprender mas sobre o ensino Bíblico.

Estamos fazendo um levantamento dos alunos da Escola Bíblica Dominical, e recadastrando todos alunos,gostaríamos que você participasse desse momento importante para Educação Cristã em nossa igreja. Procure nossos secretários que vão atender com prazer,os Magno,William Mascarenhas e Erica.

08/03/14

A IGREJA DE CRISTO


" Tu és Pedro, e sobre essa pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela"
                             MATEUS 16.18

ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL A MAIOR DO MUNDO

" O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento. Portanto rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não seja sacerdote diante de mim"
                                              Oséias 4:6 
     Primeira Igreja Batista Em São Cristóvão
        São Cristóvão- Cabo Frio
        Rua Marques de Olinda,397

27/10/13

Reforma Protestante


Reforma Protestante
A Reforma Protestante foi um movimento reformista cristão iniciado no início do século XVI por Martinho Lutero, quando através da publicação de suas 95 teses, em 31 de outubro de 1517 1 2 na porta da Igreja do Castelo de Wittenbergprotestou contra diversos pontos da doutrina da Igreja Católica Romana, propondo uma reforma no catolicismo romano. Os princípios fundamentais da Reforma Protestante são conhecidos como os Cinco solas.3
Lutero foi apoiado por vários religiosos e governantes europeusprovocando uma revolução religiosa, iniciada na Alemanha, estendendo-se pela SuíçaFrançaPaíses BaixosReino UnidoEscandinávia e algumas partes do Leste europeu, principalmente os Países Bálticos e a Hungria. A resposta da Igreja Católica Romana foi o movimento conhecido como Contra-Reforma ou Reforma Católica, iniciada no Concílio de Trento.
O resultado da Reforma Protestante foi a divisão da chamada Igreja do Ocidente entre os católicos romanos e osreformados ou protestantes, originando o Protestantismo.