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OBJETIVO DESTE BLOG É ENSINO DA PALAVRA DE DEUS E DIVULGADOR DAS SANTAS ESCRITURAS. OBJETIVO TAMBÉM É DIVULGAR E PROMOVER A EBD, TRAZENDO IDEIAS E NOTÍCIAS DESTA TÃO IMPORTANTE ORGANIZAÇÃO DA IGREJA. QUE DEUS NOS ABENÇOE.

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22/10/2017

Lição 5 – Mais amor, por favor!




Texto Bíblico: 1Coríntios 13.1-3

Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.

E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.

E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.
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Se Você é um estudioso da Palavra de Deus, não pode perder o estudo da EBD. 
                                    BOM ESTUDO!

O título da nossa lição é inspirado em um movimento artístico de São Paulo, iniciado pelo artista visual Ygor Marotta em 2009, que consiste em espalhar pela cidade a frase “MAIS AMOR POR FAVOR” em cartazes e grafites, chamando a atenção da população para a necessidade de mudança na sociedade atual. Dentre tantas razões que motivam esse movimento (aumento da violência, injustiças sociais, tragédias familiares, falta de esperança) eu destaco a apatia presente na vida das pessoas.

O termo apatia é derivado do Grego “pathos” que significa paixão. “A-patia” indica, portanto, falta de paixão. Na prática, a apatia tem relação com a ausência de comprometimento, atitude transformadora ou carência de amor pelo que se faz. A apatia se tornou uma solução para o desinteresse; uma porta de saída para a falta de força de vontade. Por exemplo: é mais fácil se perder nas drogas do que lidar com as frustrações da vida; é mais fácil roubar do que conquistar trabalhando duro; é mais fácil bater em uma criança do que educá-la. A apatia se manifesta também no desânimo, na depressão e na indiferença. Está claro que esse é um dos males do nosso tempo.

        A apatia da vida cristã      

A apatia atinge a vida dos crentes também, mas apresenta sintomas um pouco diferentes. Por exemplo: depois de alguns anos na igreja cumprindo sempre a mesma rotina, trabalhando sempre nas mesmas áreas, executando sempre os mesmos projetos, usando sempre as mesmas estratégias, é natural que a paixão pelo que se faz vá ficando um pouco esquecida. As coisas passam a ser feitas automaticamente. Não percebemos quando nossos hábitos perdem o sentido e as ações perdem o efeito prático. É o famoso “fazer por fazer” ou o “fazer para ser visto fazendo”. O coração não tem mais paixão nem esperança real em resultados. A rotina é sempre igual: parda e sem brilho. Não traz mais empolgação. Fazemos mais para “não deixar furo”. A vida religiosa se torna um hábito e não tanto uma convicção. Quando essas coisas acontecerem, tenha a certeza: você está manifestando essa apatia da vida cristã.

      O amor que combate a apatia    

O caminho oposto da vida cristã apática é a incansável busca pela renovação de si mesmo: “E não vos amoldeis ao esquema deste mundo, mas sede transformados pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm 12.2). É preciso reviver no coração a razão original pela qual fazemos as coisas. Buscar sentir novamente a energia da empolgação, o desejo pela relevância e excelência. Significa buscar intensamente a realização da boa, agradável e perfeita vontade de Deus em nós. E a primeira e principal transformação é substituir a apatia pelo amor.

O amor é virtuoso – Nenhuma outra motivação pode ser mais nobre do que o amor. Só ele é paciente, pois resiste às falhas das pessoas, sem desistir delas. Suporta ofensas e decepções, sem deixar de agir com bondade e nutrir esperança. Ele não se envaidece e não trama o mal contra ninguém. Ocupa-se exclusivamente com o bem estar do outro e está comprometido com a verdade e a justiça.

O amor é poderoso – Só ele tem uma capacidade sobrenatural de mudar realidades. Um gesto de amor tem o poder de converter a inimizade em amizade, o desprezo em respeito, o abandono em acolhimento, a indiferença em compaixão, o pecado em arrependimento e a punição em perdão. A ação da igreja, que confronta diariamente a ação do maligno, precisa estar dotada deste poder invencível. É a única estratégia de enfrentamento válida contra a apatia.

     Tudo depende do amor     

O texto de 1Coríntios 13 é revolucionário para seus primeiros leitores. Paulo usa como exemplo comportamentos e habilidades apreciadas pela comunidade de Corinto, descrevendo-os no mais excelente nível possível e submetendo-os à condição do amor. Ou seja, Paulo pega os mais desejáveis dons, eleva-os ao nível mais alto e termina dizendo: essas coisas são inúteis sem o amor.

Virtudes espirituais sem amor são só habilidades – Todo dom espiritual existe para um propósito. Quando ele é usado para uma finalidade que não é a sua, perde a razão de existir. Uns podem usar para conquistarem lugares de maior destaque, outros usam para serem admirados, e ainda outros para impor suas convicções pessoais. Mas nada disso é orientado pelo amor. Não produz edificação na comunidade e, por isso, não tem valor espiritual.

Caridade sem amor é barganha – Em muitas igrejas existem campanhas de recolhimento de alimentos, agasalhos etc. Você pode ter contribuído diversas vezes. Mas quantas vezes você foi entregar os alimentos? Quantas vezes você se sentou com a família ajudada, ouviu sua história, chorou e orou com ela? Quantas vezes você aqueceu alguém com um abraço antes de aquecê-lo com um casaco? Quantas vezes você olhou nos olhos daqueles que você disse amar ao doar? Dar por obrigação não tem valor. Dar por hábito também não. Encher a dispensa da casa de alguém carente não será uma virtude se você não amar aquele a quem você ajudou. Caridade movida a partir do amor de Deus, antes, sente no próprio corpo a necessidade de quem sofre. Se não for assim, é mera doação em troca de paz de espírito.

Autossacrifício sem amor é só exibicionismo – Certa vez ouvi alguém dizer que pessoas se sacrificam por aquilo que elas acreditam. A história da Igreja é repleta de pessoas assim. Mártires, que sacrificaram suas vidas em nome da fé em Jesus Cristo. Mas nem sempre o sacrifício pessoal é nobre; às vezes é por vaidade. Alguns querem marcar seu nome na história, tornarem-se referências, serem lembrados pelos seus feitos. Mas o verdadeiro sacrifício pessoal nos leva ao desaparecimento e à perda. O ganho que se tem não é visível, pois é espiritual. Essa era a condicional imposta por Jesus para aqueles que pretendiam segui-lo (Mt 16.24-25).
O apóstolo Paulo, em 1Coríntios 13, quer chamar a atenção para um fundamento de Cristo que não pode passar em branco: as coisas que são feitas em nome de Jesus tem de ser feitas da mesma forma que Jesus fez: por amar as pessoas. Sem isso, não significa nada. “Visto que o amor é a única regra que deve governar nossas ações, e a única diretriz para o correto uso dos dons divinos, Deus não aprova nada que esteja destituído de amor, não importa quão magnificentes sejam os conceitos humanos. Pois, sem o amor, a mais bela de todas as virtudes não passa de mera aparência, um ruído vazio de significação, não mais digna que a moinha; em suma, não passa de algo grosseiro e ofensivo”.1

      As múltiplas formas de amar        

Podemos discipular pessoas, participar de “grupos de louvor” (cantando ou tocando), teatro e coreografia, exercer a diaconia, liderar organizações missionárias, ser um intercessor, colaborar nas áreas técnicas da igreja (som, iluminação, multimídia), ser professor de EBD ou uniões de treinamento, liderar departamentos ou ministérios, ser um evangelista, pregador, atuar nas áreas de serviços gerais (zeladoria, patrimônio, estacionamento, recepção). Uma grande variedade de áreas. Alguns ocupam mais de uma função, inclusive. No entanto, se o que te move a servir não é o amor a Deus e às pessoas, de nada vale. O “porque” fazemos é tão importante quanto o “que” fazemos. Ocupar um cargo, ter o nome em uma relação de líderes, sem usar essa ação como uma expressão de amor, é uma clara evidência de apatia na vida cristã.

      Para pensar e agir     

A nossa lição acaba por se converter em um apelo à uma prática cristã com mais significado. Parar para pensar no “por que fazemos?”, no “para quem fazemos?” e no “para que fazemos?”. Precisamos nos perguntar: tenho exercido meu dom sem amor? Tenho trabalhado pensando primeiro no bem das pessoas? Estou acomodado fazendo sempre a mesma coisa na igreja? Deveria repensar minha ação para dar mais sentido a ela?

O prazer em servir a Jesus se encontra justamente na preocupação que se tem com o outro, no como posso servir mais e melhor e no quanto posso ser bênção na vida de alguém. O amor cristão tem o poder revolucionário de mudar o mundo. O mundo e a Igreja, silenciosamente, clamam em seus desafios e apatias: precisamos de mais amor, por favor, em tudo que fizermos.
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 1 CALVINO, João. I Coríntios. São Bernardo do Campo, SP: Edições Parakletos, 2003.

Fonte: Revista Palavra e Vida da Convenção Batista Fluminense.

15/10/2017

Lição 3 – Uma nova forma de ser feliz





Texto Bíblico: Mateus 5.1-12

1. E Jesus, vendo a multidão, subiu a um monte, e, assentando-se, aproximaram-se dele os seus discípulos;
2. E, abrindo a sua boca, os ensinava, dizendo:
3. Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus;
4. Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados;
5. Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra;
6. Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos;
7. Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia;
8. Bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus;
9. Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus;
10. Bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus;
11. Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós por minha causa.
12. Exultai e alegrai-vos, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram os profetas que foram antes de vós.

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Existem jeitos diferentes de se ver uma mesma coisa. Quando isso acontece, dizemos que elas estão sendo vistas por perspectivas diferentes. Ou seja, quando vemos uma mesma situação ou objeto através de pontos de vista diferentes o significado pode variar. O escritor americano Gary Zukav observa: “O que é absurdo, e o que não é, pode ser apenas uma questão de perspectiva”.
O texto de Marcos 12 trás um aparente absurdo desses. Jesus observava pessoas ricas depositando muito dinheiro no cofre das ofertas. Até que uma viúva pobre colocou duas moedinhas. Diante disso, Jesus disse: “Em verdade vos digo que esta viúva pobre deu mais do que todos os que colocaram ofertas no cofre” (Mc 12.43). Aí está o absurdo. Qualquer um, vendo a mesma situação que Jesus, diria que a oferta da viúva era de menor valor. Por que as duas míseras moedas valiam mais? Porque, na ótica do Mestre, não era o valor do dinheiro que importava, e sim o coração de quem dá.
É sobre isso que vamos estudar hoje: observar a vida através da perspectiva de Jesus. Vamos entender o Seu ponto de vista a respeito do “ser feliz”.

  O que é ser Bem Aventurado  

O início do Sermão do Monte é marcante pela forma que ele traduz o ser feliz, usando experiências de vida que quase ninguém consideraria dignas. Na visão judaica, ser pobre, ter vida sofrida, ser religioso inconstante, não ser rigoroso no cumprir as leis, tolerar pecadores e outras coisas do gênero jamais seriam virtudes. Pelo contrário, seriam mazelas da reprovação de Deus.

“Como são felizes...” é uma forma de entendermos a expressão “bem aventurados”. É uma exclamação de profunda alegria. Uma alegria que “...não pode manchar nem o sofrimento, nem a tristeza e nem o desamparo, nem a perda de algo ou alguém que queremos muito. É a alegria que brilha através das lágrimas e que nada, nem na vida nem na morte, pode arrebatar” 1 .

Essa alegria tão profunda e tão entusiasmada ser atribuída a miseráveis, pobretões e infiéis é algo confuso, mas também intrigante. Vamos entender como podem ser felizes os infelizes.


Os espiritualmente necessitados

“Bem-aventurados os pobres em espírito, pois deles é o Reino dos céus.” (Mt 5.3)

São aqueles que reconhecem sua pobreza espiritual. Sua inadequação diante de Deus. Esses sentem que sua vida espiritual nunca é aceitável perante a grandeza do Altíssimo.

Contrária a esse ensino de Jesus, era a postura orgulhosa dos religiosos de sua época. Seus corações eram soberbos por se considerarem valorosos cumpridores das leis, recompensados por Deus com riquezas e virtudes. Como herdarão o Reino dos Céus esses corações entorpecidos de vaidade? Esse Reino é para aqueles que reconhecem sua pobreza espiritual e não para os soberbos da fé.

Os sinceramente tristes

“Bem-aventurados os que choram, pois serão consolados.” (Mt 5.4)

O “chorar” deste texto fala de uma tristeza que começa no coração e termina em olhos cheios de lágrimas. Uma dor comparável à dor da perda de um ente querido. Que causa comoção intensa e inconsolável.

De que forma a tristeza pode ser vista como louvável? Quando ela é fruto da consciência do seu próprio pecado. O sincero pesar que nos leva ao arrependimento. “Quando alguém percebe que está falido de todos os bens espirituais que o tornariam aceitável a Deus, irá chorar sobre o fato” 2 . O consolo para esse coração pesaroso é o perdão e a reconciliação trazidos por Jesus.
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1 BARCLAY, William. The Gospel of Mattew. Louisville, Kentucky: Westminster John Knox Press, 1964. 2 EARL, Ralph; SANNER, A. Elwood; CHILDERS, Charles L. Comentário Bíblico Beacon. Rio de Janeiro: CPAD. 2006.

Os submissos 

“Bem-aventurados os humildes, pois herdarão a terra.” (Mt 5.5)

Os mansos são submissos à vontade de Deus. O humilde se opõe ao orgulhoso, cheio de si e senhor da razão. Alguém confiante em suas capacidades, que sente ser tão independente que se esquece de se submeter a Deus. 

É uma ilusão acreditar que se tem domínio completo do próprio caminho da vida. Que pode evitar embaraços ou decepções. E se esses forem os caminhos de Deus? Serás submisso a ponto de se submeter ou rejeitarás qualquer coisa que signifique reconhecer suas limitações? Os herdeiros de Deus vivem o caminho de Deus na forma de Deus.

Os “vazios” da salvação

“Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, pois serão saciados.” (Mt 5.6)


No tempo de Jesus era comum ver pessoas que passavam dias, até semanas, comendo uma quantidade de comida tão pequena que a sensação de fome nunca passava. Igualmente comum eram os sedentos, devido a escassez da água. Fome e sede eram tragédias diárias. E se essas necessidades fossem na alma? 

Fome e sede de justiça sentem os que se alimentam de Deus. Uma carência quase incurável. Para um religioso daquela época, e para nós, religiosos de hoje, não parece ser merecedor de elogios admitir que se tem pouco de Deus dentro de nós. Mas os que têm essa fome e essa sede incuráveis encontram abundante justiça em Jesus. São felizes porque nunca vai faltar. 

Os que ofertam perdão

“Bem-aventurados os misericordiosos, pois alcançarão misericórdia.” (Mt 5.7)

Você se considera alguém que precisa da misericórdia de Deus? Se você disse sim, significa que você sabe que comete erros, mas precisa que Deus tenha certa consideração por sua situação. “Senhor, errei porque sou fraco”. “Senhor, não desejava o mal, apesar de tê-lo feito”. Você já deve ter dito coisas assim. Isso que Deus faz por nós, devemos também fazer pelos outros. 

Para alguns, ser misericordioso com pecadores é dar anuência ao pecado. Defendem que pecados cometidos precisam de punição. Nesse caso, alguém que usa da misericórdia e poupa alguém da penalidade pode ser visto como infiel aos valores de Deus. Errado! A misericórdia é própria daqueles que se sentem devedores perdoados. Se você não é misericordioso a sua confissão de pecado foi uma farsa.

Os que buscam pureza interior 

“Bem-aventurados os limpos de coração, pois verão a Deus.” (Mt 5.8)

No início de nossa lição nos lembramos da oferta da viúva pobre. Jesus viu nela um coração limpo no ato da entrega da oferta, enquanto os ricos demonstravam uma marcante pobreza interior. Talvez os ricos pensassem: “quanto mais eu der mais serei abençoado”. Esse é o erro. Não é o quanto se faz, mas o por que se faz. O caminho para um encontro com Deus passa por rever as intenções do coração. Um coração mal intencionado não produz coisas excelentes. Um coração puro prioriza o ser puro e não o fazer religioso.

Os promotores da paz divina

“Bem-aventurados os pacificadores, pois serão chamados filhos de Deus.” (Mt 5.9)

A paz divina é a realização de tudo aquilo que é bom e desejável. Não se trata da inexistência de dificuldades ou conflitos. 

Alguns podem, equivocadamente, pensar que o pacificador não luta as batalhas espirituais. A arma do pacificador é promover a paz. “É o homem que busca, de todas as maneiras possíveis, fazer com que o mundo seja um lugar onde todos os homens possam ser felizes”3 . Ele está dedicado a criar relações justas e saudáveis com todos. Esse, que age a exemplo de Deus, é seu filho legítimo.

Os que pagam o preço da Justiça 

“Bem-aventurados os perseguidos por causa da justiça, pois deles é o Reino dos céus.” (Mt 5.10) 

Enquanto para uns o sofrimento é fruto de vida em pecado, nas palavras de Jesus, o sofrimento pode significar que algo de certo está sendo feito. A justiça de Deus vivida na prática causa problemas e tensões para aqueles que a exercitam. Isso porque a visão de justiça de Deus é oposta a do mundo, que reage violentamente tentando silenciar a majestosa graça de Jesus. 

O sofrimento não é um mal quando se sofre lutando pela causa correta.

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3 BARCLAY, William. The Gospel of Mattew. Louisville, Kentucky: Westminster John Knox Press, 1964.

   Para Pensar e agir                        

Você deve ter percebido que ninguém consideraria os pobres de espírito, os que choram, os humildes, os famintos, os sem ambição, os simplórios e os atribulados pessoas realmente felizes. Mas a perspectiva de Jesus transformou nossa forma de ver. É mais fácil buscar a felicidade que aparece por fora. No entanto, nem sempre ela expressa a verdade interior. A felicidade real tem a ver com a sua mente e seu coração harmonizados com Deus. Seja na riqueza ou na pobreza, na conquista ou na derrota, na alegria ou na tragédia, feliz é aquele que anseia por Deus e tem prazer no Seu caminho.

                                               Bom Estudo!

Fonte: Revista Palavra & Vida da Convenção Batista Fluminense.

24/09/2017



Apresentação

A vida cristã tem a vocação de ser uma fonte inesgotável de renovação. A Bíblia, embora seja um livro antigo, distante historicamente, é plenamente capaz de promover hoje, em quem a lê, todas as condições para ser uma pessoa melhor, realizada e feliz. Seus ensinos não envelhecem, não ficam ultrapassados. Há uma atualidade impressionante, que transcende gerações irretocavelmente, pois emana da atemporalidade de Deus.

Para se viver tempos melhores, numa perspectiva de presente e futuro, será inevitável o retorno ao passado, garimpando nas profundezas das Escrituras princípos eternos. Este é o propósito das lições que serão estudadas, pois cremos que os preceitos da Palavra podem nos moldar e nos capacitar a influenciar o mundo em que vivemos, dando sentido real à vida cristã.

          Bom estudo!

Quem escreveu?

Elildes Junio Macharete Fonseca, casado com Thaís Caetano de Miranda Fonseca e pai de Elisa Miranda Fonseca, é pastor titular na Primeira Igreja Batista no Bairro São João – São Pedro da Aldeia/RJ. Doutor em Teologia pela PUC-Rio; mestre e bacharel em Teologia pelo Seminário do Sul; licenciado em Letras (português/grego) pela UFF; graduado em Liderança Avançada pelo Instituto Haggai. É professor no Seminário Teológico Ministerial Batista Litorâneo e no Seminário Teológico Batista da Região dos Lagos. Atualmente, é membro do Conselho Deliberativo da Convenção Batista Fluminense e presidente da Associação Batista Litorânea Fluminense.

Autor das lições 1, 2, 4, 6, 8, 10 e 12.

Matheus Dutra Rebello, casado com Thaís Lemos Ribeiro Rebello e pai de Max Ribeiro Rebello, é pastor adjunto na Primeira Igreja Batista no Bairro São João – São Pedro da Aldeia/RJ. Bacharel em Teologia pelo Seminário Teológico Batista Gonçalense; graduado em Liderança Avançada pelo Instituto Haggai; licenciando em História pela Universidade Estácio de Sá. É professor no Seminário Teológico Ministerial Batista Litorâneo e no Seminário Teológico Batista da Região dos Lagos. Atualmente, é membro do Conselho Deliberativo da Convenção Batista Fluminense.

Autor das lições 3, 5, 7, 9, 11 e 13.