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OBJETIVO DESTE BLOG É ENSINO DA PALAVRA DE DEUS E DIVULGADOR DAS SANTAS ESCRITURAS. OBJETIVO TAMBÉM É DIVULGAR E PROMOVER A EBD, TRAZENDO IDEIAS E NOTÍCIAS DESTA TÃO IMPORTANTE ORGANIZAÇÃO DA IGREJA. QUE DEUS NOS ABENÇOE.

Viersiculos

24/05/15

Escola Bíblica Discipuladora

 Primeira Igreja Batista Em São Cristóvão
        São Cristóvão- Cabo Frio
        Rua Marques de Olinda,397


LIÇÃO 09 - Encarnação ou reencarnação?



































Lição 9 Encarnação ou reencarnação?

Texto bíblico: Efésios 1.3-14; João 1.1-3

Introdução:

Os textos básicos desta lição apontam para a pessoa de Cristo: sua eternidade, humilhação e obra redentiva. É um primor o conteúdo da palavra do Apóstolo Paulo aos gentios, apontando para a grandeza dos atos poderosos da salvação de Deus, alcançando todos os descendentes da raça adâmica. Impõe-se como uma poesia de exaltação pela redenção e ápice da criação, cumprida em Cristo, pelo Espírito, de acordo com o propósito eterno de Deus, expressando o seu amor e o seu grande ideal de redimir o gênero humano, viabilizando a reconciliação (Rm 5.10). João fala sobre o LOGOS – PALAVRA. É interessante que este assunto compõe os grandes temas do Evangelho, excedendo a fina flor dos pensamentos helênico e judaico, mostrando a pessoa de Deus vivendo entre os homens, os que reconheceram, adoraram e deram testemunho de sua encarnação (Jo 1.14), sacrifício (Ef 5.2), ressurreição (Jo 21.14) e ascensão (Jo 6.62; At 1.9-11).
Quando leio João 1.1, me lembro de Gênesis 1.1. Este relata como tudo começou no sentido físico, como as coisas tomaram forma visível. Aquele aponta para o autor da nossa religação com Deus, mostra as coisas tomando um direcionamento espiritual, o reordenamento de tudo que foi atingido e desarrumado pelo pecado, pois o Verbo Eterno é Deus, o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim (Ap 1.8).
Pontuando as palavras “encarnação” e “reencarnação” somos confrontados com a verdade de que as questões sobre vida e morte sempre estão na pauta de discursões, comentários e especulações. Há aqueles que não querem sequer pensar na morte, mas outros vivem em função dela. Alguns tinham muito medo dessa realidade, mas não pensam dessa forma, ou porque creem que a morte com seus horrores já foi vencida por Jesus na cruz (1Co 15.54) ou estão seduzidos pela possibilidade de não morrerem (Sl 89.48).
Diariamente, grande parte da população está exposta a essa sedução através da TV que tem, nos últimos tempos, se encarregado de divulgar a possibilidade de se não morrer, de comunicação entre os que estão nesta terra e os que já partiram dela e de promover a expansão e defesa dos ensinamentos contrários à Bíblia.

I - Conhecendo um pouco mais dos termos

Foneticamente, essas duas palavras estão muito próximas. Ao pronunciá-las, de modo geral, as pessoas não fazem nenhuma distinção. Guardando todas as ressalvas, consideremos que a palavra reencarnação é de domínio público; as pessoas têm ouvido com frequência, ao passo que encarnação é de domínio privado; está mais restrito à literatura bíblica e teológica. Por isso, em certo sentido, as pessoas entendem como uma coisa só. Até mesmo quando o termo encarnação é utilizado em nossas igrejas, muitas vezes, não levando em conta essa proximidade fonética, soa aos ouvidos como reencarnação. Isso acaba por gerar dúvidas, que precisam ser esclarecidas, especialmente sobre as nossas diferenças de outros grupos religiosos que pregam a reencarnação.
Encarnação é a corporificação de Deus na pessoa de Jesus Cristo (Jo 1.14). Jesus nasceu, viveu e morreu no estado e nas condições da vida humana. Ele era homem, mas não deixou de ser Deus. Ao se “fazer” homem, Jesus não abandonou o seu estado perfeito (Rm 1.3,4), mas tornou-se “um igual”: viveu na pele as dores e os sentimentos humanos; conheceu a força esmagadora da tentação e lutou contra ela, a fim de vencê-la. Mostrou que pela obediência à Palavra do Pai, o homem vence o inimigo e vence a tentação (Mt 4.1-11). Por conhecer a humanidade, vivendo-a na carne e superando as tentações, Jesus Cristo, o unigênito de Deus, evidenciou o direito de ser Salvador dos viventes (Jo 3.16; Rm 8.3) e fez-se companheiro, oferecendo compaixão e apoio a todos os seus que também passam pela tentação (Hb 2.18; 1Jo 2.1,2).
Reencarnação é a crença em mais de uma existência terrena para o mesmo espírito. Seus adeptos advogam que as pessoas, de maneira sucessiva, vão evoluindo nos sentidos intelectual e moral, enquanto julgam ou expiam os erros do passado. O Espiritismo e outros grupos religiosos que creem desse modo classificam os espíritos em quatro categorias: imperfeitos, bons, superiores e puros; portanto, havendo um elitismo, uma espécie de discriminação no plano espiritual. Através das reencarnações de um mesmo espírito, em diferentes corpos ao longo de muitas vidas, este pode vir a se tornar um espírito puro. Isso fere a doutrina da redenção: libertação mediante pagamento de um resgate (1Pe 1.18,19; Ef 1.7), que deixa livre da servidão do pecado (Jo 8.34-36; Rm 6.18), da lei (Gl 4.3-5) e do temor da morte (Hb 2.14,15).
No sentido mais popular, a reencarnação é o seguinte: estou vivendo e o que está acontecendo comigo é um castigo, o que faço não faço por mim mesmo, mas alguém faz através de mim, estou sempre pagando por alguém. Quando então me responsabilizarei pelos meus atos? A Bíblia diz que cada um dará conta de si mesmo a Deus (Rm 14.12), que ninguém fica livre das consequências de suas ações (Gl 6.7,8) e que Deus não tem o culpado por inocente (Êx 34.7; Na 1.3). A reencarnação é uma doutrina sedutora, uma forma diabólica de irresponsabilidade pela vida como um todo.

II - O objetivo da reencarnação:

 doutrinas correlatas e refutações

O objetivo da reencarnação é a purificação, a salvação. Os que assim pensam, creem que se aperfeiçoam pela evolução espiritual, através do sofrimento e pela prática de boas obras. É um caminho totalmente inverso aos ideais de Deus apresentado na Palavra. O mundo jaz no maligno (1Jo 5.19), sendo impossível um aprimoramento espiritual simplesmente pelos feitos humanos, pela passagem no tempo, ou pelas lutas dele decorrentes. A salvação vem exclusivamente dos méritos do Calvário (Ef 2.8,9).
A doutrina espírita da reencarnação nunca está isolada. Ela vem acompanhada de outros ensinamentos e crenças diabólicas, as quais a Bíblia condena, a saber: viver e renascer, a fim de evoluir e aperfeiçoar (Hb 9.27); comunicação com os mortos (Dt 18.10-12; Is 8.19,20; Lc 16.19-31; Lv 20.6); Jesus é um HOMEM que alcançou grande desenvolvimento espiritual (Jo 1.1; Mt 16.15-17; Jo 6.38; Fp 2.10; Ap 17.14); não há céu nem inferno (Ap 21.8; Lc 23.43; Mt 5.12,29,30; Mt 25.31; Fl 3.20); fora da caridade não há salvação (Ef 2.8-10; At 4.12; At 16.31; Jo 14.6); o diabo e os demônios não existem (Mt 25.41; Ap 20.10; Ef 4.27; Tg 4.7; Ap 12.9; Lc 4.33; Jd 6). Alziro Zarur, renomado espírita brasileiro, chegou a afirmar que Satanás é nosso irmão, por quem devemos orar, uma vez que poderá entrar novamente no círculo de evolução espiritual e tornar-se um espírito perfeito e puro (Mt 25.41; Ap 20.10); Deus existe, só que se encontra longe demais e se manifesta por meio de guias ou intermediários (Fl 4.5; 1Tm 2.5); e, ainda, nega a existência da Trindade (Jo 16.26; 2Co 13.13; 1Pe 1.2) e todas as doutrinas básicas da fé cristã.


III - Benefícios da Encarnação

Encarnação é uma nomenclatura teológica para referir-se a Jesus “em carne” (Rm 8.3; Cl 1.22), que revelou com perfeição a pessoa de Deus e a plenitude do seu amor (2Co 4.4), trazendo bênçãos espirituais e luz que dissipa as trevas (Jo 1.4).
Sendo Jesus verdadeiramente homem e verdadeiramente Deus (Cl 2.9) pode trazer salvação à raça humana, que fora destroçada pelo pecado, e mostrar que nEle Deus começou a ter uma completa vida humana, tornando-se próximo do homem (Mt 1.23), podendo ser visto e conhecido (Jo 1.14,18), ensinando que é possível levar uma vida de obediência (Fp 2.8). É notável que a união da divindade e da humanidade de Jesus não cessou com sua subida majestosa para os céus, a ascensão (At 1.10,11). Ele retornou para recobrar sua glória (Jo 17.5), com o corpo ressurreto (Lc 24.50,51), sendo o nosso Senhor divino, líder, sumo sacerdote (Hb 3.1), único mediador (1Tm 2.5) e pastor (Hb 13.20).
A encarnação de Jesus – sua divindade na humanidade, além de ser a porta viabilizadora do conhecimento de Deus, motiva uma vida de santidade (Lv 20.26), de aprimoramento espiritual, acreditando que é possível crescer na graça e no conhecimento (2Pe 3.18), cumprindo um papel mais amplo na vida, desenvolvendo as potencialidades, aproveitando as oportunidades, certos do senhorio e comando de Jesus, que é presente do Pai (Jo 3.16). Através dEle temos a vida abundante (Jo 10.10), a presença permanente do Senhor (Mt 1.23; Is 8.8,10), possibilitando-nos uma vida de perfeita e completa comunhão com Deus, quebrando o domínio do pecado (1Jo 3.5) e nos preparando para as boas obras (Ef 2.10).

Para pensar e agir

Encarnação e reencarnação são vocábulos que foneticamente estão próximos aos nossos ouvidos e que, muitas vezes, são até confundidos, mas que na abordagem do Novo Testamento eles são distintos e distantes.
O VERBO é a divindade, é o modo de Deus falar ao homem, é a Sua autorrevelação e não apenas uma criatura primogênita divina.
Embora alguns afirmem que o Cristianismo e o Espiritismo ensinam a mesma coisa, isso não é verdade. O que o Espiritismo ensina é um outro evangelho (Gl 1.8). Na verdade, é o Evangelho Segundo Allan Kardec: sem pecado, Espírito Santo, Jesus Cristo, céu, diabo, inferno e salvação.
Muitas pessoas estão no Espiritismo com a certeza de que ele é uma religião cristã (Rm 1.25). Estão iludidas e enganadas! Ajudados pelo Espírito Santo e alicerçados na Palavra, devemos alertá-las com respeito, temor e mansidão (1Pe 3.15) da farsa que está por trás da aparência dessa crença e anunciar o Evangelho da graça do VERBO encarnado – JESUS CRISTO.
A reencarnação é doutrina antibíblica, ao defender uma sucessão de existência terrena para o mesmo espírito (Hb 9.27).
A reencarnação anula o sacrifício de Jesus (Fl 2.8; Jo 14.6).

Fonte:www.batistafluminense.org.br-REVISTA PALAVRA & VIDA.


08/05/15

MINISTÉRIO DE EDUCAÇÃO CRISTÃ

PRIMEIRA IGREJA BATISTA EM SÃO CRISTÓVÃO
RUA MARQUÊS DE OLINDA- 397
SÃO CRISTÓVÃO-CABO FRIO- RJ.

Estamos ajustando o logo da Escola de Líderes que passará a chamar Escola Bíblica Discipuladora com objetivo de abranger não só os professores mas também os alunos que estão interessado aprender mas sobre o ensino Bíblico.

Estamos fazendo um levantamento dos alunos da Escola Bíblica Dominical, e recadastrando todos alunos,gostaríamos que você participasse desse momento importante para Educação Cristã em nossa igreja. Procure nossos secretários que vão atender com prazer,os Magno,William Mascarenhas e Erica.

31/03/15

REVISTA PALAVRA & VIDA 2ºTRIMESTRE






























































APRESENTAÇÃO                         

A Palavra de Deus, nossa única regra de fé, conduta e prática, ensina que precisamos estar preparados para responder aos que desejam saber a razão de nossa esperança (1Pe 3.15), o conteúdo da nossa fé. Equipar os salvos, preparando-os para o exercício de um ministério eficaz na Causa do Evangelho (Ef 4.12) é desafio de Deus e responsabilidade da Igreja, para um resultado saudável e produtivo na dinâmica do Reino (Ef 4.13-15).
O mundo vive perdido em descrenças, desconfianças, ilusões e fanatismo. Segue em corrida desenfreada ao encontro das suas conjecturas, esperando o contato com o divino ou a possibilidade de humanizá-lo. É a criatura seduzida pelo poder, desejando equiparar-se ou superar o Criador, deixando evidente o seu lado vulnerável, sendo facilmente manipulada ao abraçar uma proposta altamente falida (Gn 3.1-6).
Conhecer um pouco mais sobre Deus, essência da perfeição divina, seu povo, suas lutas e dores, a trágica realidade da morte, o glorioso lugar da Felicidade Eterna, Trono de Deus e morada dos Santos, a encarnação do Verbo, mostrando a plenitude do amor do Pai, que pelo eterno sacrifício do Filho, aniquilou o domínio do pecado, conforme conteúdo da Palavra, verdade plena e imutável, que aponta para o plano divino de sustento da obra, pelo viés da santificação, conforme a grandeza do Evangelho, que precisa ser o nosso estilo de vida.
Conhecer esse conteúdo da fé é algo gratificante, que nos qualifica e enriquece, deixando-nos mais conscientes de Deus, de nós mesmos e da realidade que nos cerca. Ninguém irá além daquilo que crê, das suas convicções. Quando pastor, na minha querida São Fidélis, aprendi com um ilustre colega, Pr. Israel da Silva Alecrim, que quando o líder cai por pecado, cai sozinho; mas, quando cai por falta de convicção, leva muita gente com ele. O estrago é grande!
Que Deus nos ajude na gloriosa tarefa do conhecimento da Palavra, da solidez espiritual e das nossas bases de fé.
Que o trimestre seja produtivo. Bons estudos!


QUEM ESCREVEU


            Vanderlei Batista Marins é natural de São João da Barra, hoje, São Francisco do Itabapoana – RJ. É pastor titular da Primeira Igreja Batista em Alcântara desde 05/05/2001. Doutor em Teologia, pela Cohen University & Theological Seminary (Califórnia – EUA), onde também obteve o grau de Mestre em Divindade. É Mestre e Bacharel em Teologia, pelo Seminário Teológico Batista Fluminense e Bacharel em Ciências Jurídicas, pela Universidade Salgado de Oliveira. É licenciado em Filosofia e Pós-Graduado em Docência do Ensino Superior, pela Faculdade Phênix de Ciências Humanas e Sociais do Brasil. Autor de Excelência no Ministério Pastoral (Niterói, editora Epígrafe, 2009) e do Capítulo 17 – Família – Comentários à Declaração Doutrinária da Convenção Batista Brasileira. É presidente da Convenção Batista Brasileira e da Convenção Batista Fluminense, professor de Teologia e Diretor do Seminário Teológico Batista Gonçalense.
            Casado com a Professora Rita de Cassia Miranda Marins, pai de Mikhael Wander, de Eber Jonathas, casado com Larissa e, de Fátima, casada com Adriano.
            Servo de Jesus, agradecido por ter sido chamado para o Ministério Pastoral, que ama e respeita a Igreja de Deus, que gosta de gente e deseja que todos sejam alcançados pela salvação e edificação em Cristo Jesus.



08/03/14

A IGREJA DE CRISTO


" Tu és Pedro, e sobre essa pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela"
                             MATEUS 16.18

ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL A MAIOR DO MUNDO

" O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento. Portanto rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não seja sacerdote diante de mim"
                                              Oséias 4:6 
     Primeira Igreja Batista Em São Cristóvão
        São Cristóvão- Cabo Frio
        Rua Marques de Olinda,397

27/10/13

Reforma Protestante


Reforma Protestante
A Reforma Protestante foi um movimento reformista cristão iniciado no início do século XVI por Martinho Lutero, quando através da publicação de suas 95 teses, em 31 de outubro de 1517 1 2 na porta da Igreja do Castelo de Wittenbergprotestou contra diversos pontos da doutrina da Igreja Católica Romana, propondo uma reforma no catolicismo romano. Os princípios fundamentais da Reforma Protestante são conhecidos como os Cinco solas.3
Lutero foi apoiado por vários religiosos e governantes europeusprovocando uma revolução religiosa, iniciada na Alemanha, estendendo-se pela SuíçaFrançaPaíses BaixosReino UnidoEscandinávia e algumas partes do Leste europeu, principalmente os Países Bálticos e a Hungria. A resposta da Igreja Católica Romana foi o movimento conhecido como Contra-Reforma ou Reforma Católica, iniciada no Concílio de Trento.
O resultado da Reforma Protestante foi a divisão da chamada Igreja do Ocidente entre os católicos romanos e osreformados ou protestantes, originando o Protestantismo.